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Europeias: Marta Temido diz que menos de nove deputados é derrota para o país

Agência Lusa , MJC
7 jun, 13:47
Marta Temido, do PS, em campanha no mercado de Setúbal (Lusa/ José Sena Goulão)

O Partido socialista venceu as últimas eleições europeias, tendo elegido nove eurodeputados, o que para Marta Temido já tinha sido “um resultado extraordinário”

A cabeça de lista o PS às europeias afirmou esta sexta-feira que eleger menos de nove eurodeputados não é derrota pessoal, mas para o país, e recordou que no domingo se pode votar em qualquer ponto do território.

“Menos de nove deputados não é uma derrota para mim, é uma derrota para o país”, defendeu Marta Temido durante uma ação de campanha no Mercado do Livramento, em Setúbal, acompanhada pela número três da lista, Ana Catarina Mendes.

O Partido socialista venceu as últimas eleições europeias, tendo elegido nove eurodeputados, o que para Marta Temido já tinha sido “um resultado extraordinário”. “Nós somos mesmo os menos importantes daquilo que está em causa. O mais importante é que o país possa continuar a avançar, não tenho dúvidas que todos os votos dos socialistas europeus são votos numa Europa que avança e não numa Europa que recua”, acrescentou.

Segundo a candidata a eurodeputada, nestas últimas horas de campanha é importante “continuar a afirmar as diferenças do projeto dos socialistas europeus para uma Europa progressista”, com mais habitação, rendimentos e direitos. “É por isso que vamos lutar até ao final”, sustentou.

Marta Temido apontou ainda a importância de se votar no próximo domingo, a partir de qualquer ponto do país. “Nós não olhamos para as eleições com uma perspetiva utilitária e ainda hoje aqui no mercado ouvimos pessoas que ainda não sabiam que no domingo podem ir votar num em qualquer sítio onde se encontrem”, evidenciou.

No seu entender, nas eleições do próximo domingo todos têm uma palavra a dizer, especialmente as mulheres. “As mulheres são a maior fatia da população portuguesa. As mulheres querem a paz, as mulheres não querem recuos e estamos todas juntas para melhorar a vida de Portugal”, argumentou.

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