Mulher consegue escapar depois de ter sido amarrada, esfaqueada e enterrada pelo próprio marido

CNN Portugal , BCE
21 out, 20:20
Tiroteio em escola

Aconteceu em Washington, nos Estados Unidos

Uma mulher conseguiu escapar depois de alegadamente ter sido amarrada, esfaqueada e enterrada viva pelo marido de quem estava a separar-se. De acordo com o The Guardian, a polícia foi chamada a uma casa por volta da 01:00 de segunda-feira, em Washington, EUA, onde encontraram uma mulher aflita que gritava "o meu marido está a tentar matar-me".

A mulher apresentava "hematomas enormes nas pernas e nos braços" e tinha "a roupa e o cabelo cobertos de terra", refere-se num documento judicial. A vítima terá sido amarrada com fita adesiva no pescoço, nas pernas e nos tornozelos. 

Chae Kyong An foi detido nessa manhã depois de a polícia o ter encontrado numa carrinha perto de um trilho local de caminhada. O homem, de 53 anos, enfrenta agora inúmeras acusações, incluindo tentativa de homicídio em primeiro grau e sequestro.

De acordo com os documentos judiciais, Kyong An atacou a mulher no meio de uma discussão sobre o seu divórcio iminente. A mulher contou à polícia que o marido a amarrou com fita adesiva antes de a levar para a carrinha da família. A vítima disse ter enviado notificações de emergência aos seus contactos próximos através do smartwatch e conseguiu contactar o número de emergência, mas, por ter a boca coberta, não conseguiu falar.

Mais tarde, Kyong An partiu o relógio com um martelo e conduziu-a para uma área florestal, onde começou a escavar um buraco. De seguida, esfaqueou-a várias vezes no peito e arrastou-a para o interior do buraco, cobrindo-o com um arbustos. 

"Depois de ter sido enterrada, ela conseguiu ouvir o marido a caminhar em redor do buraco e terra a cair em cima dela", pode ler-se no documento judicial.

A mulher acredita que esteve enterrada durante várias horas, durante as quais conseguiu retirar alguma da fita adesiva das suas mãos, o que lhe permitiu escapar do buraco. Depois de correr durante quase 30 minutos, encontrou uma casa e foi aí que contactou o número de emergência.

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