Direito de resposta da Igreja Universal do Reino de Deus

6 jun, 19:05

Ao abrigo da lei, publicamos o seguinte direito de resposta

No passado dia 25 de maio de 2024 foi publicado no site da CNN Portugal um artigo intitulado “Na palavra de Deus não há relacionamentos entre mulher e mulher”: fomos a duas igrejas evangélicas descobrir como encaram a homossexualidade e foi isto que ouvimos”, assinado pela jornalista Sofia Marvão.

Do referido artigo decorre que uma jornalista, que não se identificou como tal, atuando em violação da al. I) do nº 2 do Artigo 14º do Estatuto dos Jornalistas, resolveu relacionar-se com uma senhora fiel da Igreja Universal do Reino de Deus para, ao que se percebe, pedir ajuda para determinada situação pessoal.

Pelo que se entende, a referida jornalista da CNN Portugal tem ou fingiu ter uma orientação sexual homossexual e, não se identificando em momento algum como jornalista, relatou a interpretação e comportamento de uma fiel da Igreja como se se tratasse da posição oficial da Igreja Universal do Reino de Deus sobre a homossexualidade ou sobre mulheres que necessitam de ajuda.

Importa esclarecer que a porta da Igreja Universal do Reino de Deus está sempre aberta e recebemos milhares de pessoas que buscam auxílio nos mais variados temas da vida.

A posição de um membro ou fiel da Igreja não consubstancia a posição oficial da Igreja Universal do Reino de Deus.

De todo o modo, os jornalistas devem sempre identificar-se, cumprido os seus deveres estatutários, designadamente o que se encontra plasmado no artigo 14º, nº 2, alínea i) do Estatuto do Jornalista que prevê que todos os jornalistas devem “identificar-se, salvo razões de manifesto interesse público, como jornalista e não encenar ou falsificar situações com o intuito de abusar da boa fé do público”. 


 

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