Passaporte português é dos mais seguros, mas há quem o venda no mercado negro por 10 mil euros

CNN Portugal , DCT
11 jun, 09:26
Passaporte português

O facto de dispensar um visto para entrar na maioria dos países faz do passaporte português um objeto de desejo no mercado negro

Há passaportes portugueses falsificados a serem vendidos por dez mil euros no mercado negro. A notícia é avançada este sábado pelo Jornal de Notícias (JN), que aponta a dificuldade em falsificar o passaporte português - cujo modelo de segurança é imitado por outros países - e a dispensa de visto para entrar em 188 países como principais motivos para que seja um documento desejado no mercado paralelo.

A subdiretora da Direção Central de Emigração e Documentação do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, Helena Esteves, explica que o modelo usado por Portugal na criação de passaportes é dos “mais seguros do mundo” e que “todo o material que entra na Casa da Moeda [local onde é feita a emissão do documento] é usado na emissão dos passaportes ou destruído”. 

Não há sobras que possam ser aproveitadas em documentos falsos”, diz, em declarações ao JN.

Além disso, os passaportes dados como perdidos ou extraviados são apagados do sistema, dificultando ainda mais o seu uso de forma clandestina e criminosa.

A notícia não adianta quantos passaportes portugueses falsos foram comercializados recentemente no mercado negro, mas que revela que são poucos os casos de passaportes portugueses sinalizados em situações irregulares: em 2021 aconteceu apenas duas vezes.

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