Macron promete "total empenho" da presidência francesa do Conselho da UE

Agência Lusa , BCE
1 jan, 00:04
Emmanuel Macron
Emmanuel Macron

Vários monumentos franceses emblemáticos, como a Torre Eiffel, foram iluminados com as cores da bandeira da UE para assinalar o início do semestre francês no Conselho da UE

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O Presidente francês, Emmanuel Macron prometeu esta sexta-feira o seu "total empenho" quando a França assumir a presidência rotativa da União Europeia (UE), no sábado, garantindo que 2022 será "um ponto de inflexão europeu".

"A partir da meia-noite, a França assumirá a presidência da União Europeia e podem contar com o meu total empenho para fazer deste momento (...) um momento de progresso para vós", disse Macron, numa comunicação dirigida aos franceses via televisão.

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"Pelo controlo das nossas fronteiras, pela nossa defesa, a transição climática, a igualdade entre mulheres e homens, a construção de uma nova aliança com o continente africano, a melhor fiscalização das principais plataformas de internet e pela cultura na Europa", enumerou Macron, num momento em que vários monumentos franceses emblemáticos, como a Torre Eiffel, foram iluminados com as cores da bandeira da UE.

Emmanuel Macron afirmou que "2022 deve ser o ano de uma viragem europeia" e que a União Europeia provou o seu valor na gestão da pandemia de covid-19.

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A partir das 00:00 locais (23:00 em Lisboa) a França substitui a Eslovénia, que preside ao Conselho da UE desde 01 de julho, e cederá a presidência no segundo semestre para a República Checa.

A presidência francesa da UE deverá ser inevitavelmente marcada pela perspetiva das eleições presidenciais francesas em abril, para as quais Emmanuel Macron ainda não anunciou a sua provável candidatura.

Muito bem colocado para vencer, de acordo com as sondagens, Emmanuel Macron saudou a quebra no desemprego ou a elevada vacinação dos franceses contra covid-19 e alertou para as "semanas difíceis" que aí vêm face à vaga de contágios resultante da variante Ómicron, prometendo "fazer de tudo para preservar a atividade do país" e "evitar tomar restrições" que condicionem a liberdade dos franceses.

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