PS desliza e AD cresce, mas Pedro Nuno Santos ainda está em vantagem

28 jan, 11:31
Eleições (Lusa/Paulo Novais)

Sondagem da Aximage para a TSF, JN e DN mostra empate técnico entre Esquerda e Direita e recuperação do Bloco de Esquerda, que cimenta posição como quarta força política

Uma sondagem da Aximage para a TSF, o JN e o DN divulgada este domingo, regista uma recuperação da nova AD e uma quebra nas intenções de voto no PS, o que reduz a distância entre os socialistas e a coligação de Direita. Ainda assim, o PS mantém vantagem e Pedro Nuno Santos é apontado como tendo mais hipóteses de ser primeiro-ministro. A Nova Aliança Democrática, que junta PSD, CDS e PPM, obtem agora 27,4% das intenções de voto e o PS tem 32,4%, registando uma perda de 1,4 pontos percentuais face à sondagem do mês passado.

Os resultados da sondagem não refletem um eventual impacto do escândalo de corrupção que abalou o PSD na Madeira no final desta semana, já que o trabalho de campo decorreu antes das notícias terem sido tornadas públicas.

Em dezembro, a AD e o PS eram separados por nove pontos percentuais e, agora, estão separados por 5,3 pontos percentuais.

Apesar da descida, Pedro Nuno Santos continua a ser apontado por 51% dos inquiridos como o mais bem posicionado para se tornar primeiro-ministro. Luís Montenegro regista uma subida e recolhe agora 29% de respostas quando a pergunta é sobre quem está melhor posicionado para ser primeiro-ministro.

O Chega continua como terceira força política, agora com 16,2% dos votos e o Bloco de Esquerda sobre quase dois pontos percentuais (8%) face à última sondagem da Aximage para a TSF, o JN, há um mês, e reforça o quarto lugar face à Iniciativa Liberal, que se fica pelos 4,1% dos votos.

O PAN que desce para os 2,9%, a CDU regista 2,6% das intenções de voto e o Livre fica-se pelos 1,9%.

Setenta por cento dos inquiridos não acreditam que PS ou PSD possam ter maioria absoluta e, quando questionados sobre a melhor solução de Governo, as coligações são apontadas como mais vantajosas: à direita, com 26%, e à esquerda, com 25%.

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