Há quem alugue a piscina a estranhos. E as coisas nem sempre correm como planeado

CNN , Sara Ashley O'Brien
27 ago, 21:00
Swimply

Chris, proprietário de uma casa em Des Moines, ficou surpreendido quando uma mulher que não conhecia parou recentemente na entrada de sua casa e perguntou se ele podia tirar os seus veículos. Acreditava que tinha reservado a piscina dele durante uma noite, depois de alguém a ter incluído por engano numa plataforma dedicada a alugar piscinas privadas. Disse-nos que, poucos minutos depois de ela aparecer, chegaram outros carros.

Foi assim que Chris descobriu o Swimply, um serviço relativamente recente que já foi considerado o Airbnb das piscinas. “Disse-lhe: ‘Desculpe, mas não vou alugar a minha piscina’”, relatou Chris, que pediu para não ser identificado por questões de privacidade. Contou-nos que conseguiu encontrar a sua suposta página no Swimply e que, no espaço de uma hora, ela parecia ter sido eliminada.

A Swimply descreveu a situação à CNN Business como “extremamente rara”. A empresa disse que “não surgiram sinais de alerta” quando a conta foi criada, mas que assim que tomou conhecimento da situação, emitiu reembolsos, bloqueou o pagamento ao anfitrião e retirou o anfitrião e a oferta da sua plataforma.

Mas Chris continua estupefacto com a existência de tal serviço. “Acho uma parvoíce alguém alugar assim a piscina. É uma responsabilidade tremenda, nunca faria tal coisa.”

Fundada em 2018, a Swimply ganhou impulso durante a pandemia, uma vez que muitos procuravam formas seguras de viajar e socializar ao ar livre com amigos e familiares. Os anfitriões, que estabelecem os seus preços e pagam 15% à Swimply, conseguiram obter um rendimento adicional numa altura complicada para muitos. E a Swimply, que mudou a sua sede da Costa Leste para Los Angeles, colheu os benefícios.

A startup angariou 50 milhões de dólares em duas rondas, em 2021, com investimentos de executivos do ramo tecnológico de empresas conhecidas como a Airbnb, a Instacart e a Poshmark. Está presente em mais de 125 mercados nos Estados Unidos, Canadá e Austrália, e atingiu um marco histórico ao registar um milhão de transações até à data.

Em muitos aspetos, a Swimply é paradigmática da próxima geração de plataformas on-demand. A Airbnb e a Uber convenceram estranhos a sentirem-se à vontade a alugar casas uns aos outros e a entrarem nos carros uns dos outros. Agora, este novo serviço promete ajudar as pessoas a complementarem os seus rendimentos através do aluguer de tudo e mais alguma coisa, desde garagens e lugares de estacionamento até quintais e piscinas.

Mas tal como as primeiras startups de economia de partilha entraram em conflito com os reguladores relativamente aos seus modelos de negócio – já para não falar de uma série de preocupações de segurança – a Swimply também já irritou comunidades da Califórnia até à Florida.

E apesar de ter criado oportunidades para os anfitriões, também criou um novo conjunto de incertezas, desde questões logísticas relacionadas com o posicionamento de casas de banho ao ar livre até questões mais complicadas de responsabilização.

O Swimply ganhou impulso durante a pandemia, uma vez que muitos procuravam formas seguras de viajar e socializar ao ar livre com amigos e familiares. Mas também criou um novo conjunto de incertezas. Foto: Swimply

Os cofundadores da empresa não escondem os desafios. Bunim Laskin, diretor-executivo da Swimply, disse que a sua start-up atua numa área “ainda mais difusa” do que a Airbnb, uma vez que a ideia subjacente é fazer com que as pessoas mudem fundamentalmente a forma como veem a propriedade e o respetivo acesso. Adiantou que a empresa não está focada apenas em piscinas privadas e que começou recentemente a expandir-se com outras ofertas recreativas, permitindo disponibilizar quaisquer equipamentos privados, incluindo campos de ténis. (Esta plataforma, denominada Swimply Spaces, permite que os clientes se inscrevam para serem notificados assim que a empresa lançar formalmente este serviço mais abrangente ainda este ano.)

“Tudo é uma faca de dois gumes”, diz-nos Asher Weinberger, cofundador e diretor de operações da Swimply. “A economia de partilha tem feito muito pelo mundo e pelas pessoas. Mas temos também o reverso da medalha. Há um lado negro, como tudo na vida, certo?”

Embora muitas pessoas possam estar mais à vontade a usar a Swimply devido à década de serviços semelhantes existentes no mercado que antecederam a plataforma, Weinberger realçou que cada empresa na economia de partilha tem de ser gerida, regulamentada e compreendida em função daquilo que oferece.

Tal como acontece com alguns dos seus congéneres mais antigos, a forma como a Swimply é compreendida e regulamentada pode mudar consoante o contexto em que as pessoas ouvem falar sobre a plataforma e o número e visibilidade das interações que correm mal.

No final de junho, uma menina de sete anos morreu afogada numa piscina em Teaneck, Nova Jérsia. De acordo com a imprensa local, o incidente ocorreu no contexto de uma série de afogamentos não relacionados com a Swimply que ocorreram naquela zona. O chefe de Polícia de Teaneck, Glenn O'Reilly, confirmou à CNN Business que as autoridades acorreram ao local e decretaram o óbito da menina. Num e-mail que continha a informação disponibilizada na altura, O'Reilly afirmou que tudo indicava que a piscina tinha sido alugada através da Swimply e que estava a decorrer uma festa no local.

“Era uma questão de quando e não de se”, afirmou Laskin, relativamente àquele que considerou ser o primeiro incidente de afogamento numa piscina reservada através da Swimply. (A Swimply, por seu lado, tem uma parceria com uma organização sem fins lucrativos chamada Colin's Hope para fornecer recursos de segurança hídricos e formação aos anfitriões e clientes.)

“Investigámos a situação para determinar onde estava a falha e se o incidente podia ter sido evitado”, continuou Laskin, que observou que o anfitrião era considerado um “super-anfitrião”, ou alguém que tinha alcançado certos objetivos, tais como ter pelo menos 100 reservas por ano e uma classificação de 4,8 estrelas ou superior.

Qualquer incidente desta natureza é “trágico”, concluiu. Mas Laskin disse tratar-se de um “incidente na piscina” e não de um “incidente da Swimply”. Nas suas palavras, “a piscina pode ser extremamente segura — mas nadar é uma atividade que requer supervisão, disciplina.”

Causar sensação

Tal como a Airbnb e a Uber, a Swimply surgiu de uma necessidade sentida pelos seus próprios fundadores.

Weinberger, que anteriormente tinha fundado a empresa de roupa masculina Twillory, tinha-se mudado recentemente para uma nova casa equipada com piscina em Long Island e os seus familiares faziam fila para irem dar um mergulho. Pensou em criar um serviço de agendamento que ajudasse pessoas como ele a acompanhar as várias marcações.

Filho de um rabino, Weinberger frequentou a escola rabínica enquanto estudava Gestão em Israel. “Quero manter sempre um pé nos dois mundos”, disse sobre a sua carreira. Em 2018, o ano em que se mudou para a sua nova casa, organizou um concurso de ideias para start-ups destinado a judeus ortodoxos e cruzou-se com Laskin.

O mais velho de 12 irmãos, Laskin foi a casa durante o verão e participou no concurso, lançando a ideia de criar uma plataforma de aluguer de piscinas residenciais à hora. Enquanto ajudava a cuidar dos irmãos, Laskin tinha por hábito pagar a um vizinho pelo acesso ocasional à sua piscina. Não demorou a tornar-se uma espécie de “corretor de piscinas” para outras famílias.

Os dois têm envidado esforços para que a Swimply chegue ao grande público. Em março de 2020, participaram no programa televisivo “Shark Tank”, do canal ABC, mas não conseguiram chegar a acordo. Quando a pandemia foi declarada nesse mesmo mês, os dois fizeram os possíveis para manter a sua start-up à tona num momento incerto.

Armando Gonzalez afirmou que, além da Swimply, também recebe pedidos para alugar a piscina da sua casa em Moreno Valley através do Instagram, de uma plataforma chamada PeerSpace que disponibiliza locais para eventos e sessão fotográficas, bem como de referências de terceiros. Foto: cortesia Armando Gonzalez via CNN

“Estávamos sentados nos nossos respetivos sofás, isolados, deprimidos, a imaginar o que fazer com os nossos últimos 10 mil dólares”, disse Weinberger, referindo-se ao saldo da conta bancária da empresa. “Dissemos: ‘Pois bem, ou vai ou racha’.”

Os dois presumiram que conseguiriam encontrar uma empresa de relações públicas com “taxas reduzidas” devido à covid-19. Após alguma pesquisa, assinaram contrato com uma empresa por dois meses e cinco mil dólares ao mês, empenhando todo o dinheiro que lhes restava.

“Decidimos tentar, podia ser que resultasse. E resultou. Estávamos no lugar certo à hora certa.”

Novas oportunidades e incógnitas para os anfitriões

Alexandra Watkins considera-se “uma desconfiada por natureza”. Depois de ter uma experiência negativa como anfitriã numa plataforma de aluguer de casas, disse que demorou um ano a convencer-se a disponibilizar a sua piscina na Swimply.

“Foram avanços e recuos constantes”, afirmou Watkins, que se registou recentemente como anfitriã da Swimply em San Diego. Para se sentir confortável com a ideia, procurou dicas de anfitriões veteranos online, consultou a sua seguradora e mandou redigir uma renúncia de responsabilidade a ser assinada pelos clientes. Também criou o seu próprio conjunto de regras de utilização e adiantou que tenciona proibir a utilização da piscina por menores de 18 anos, assim como o consumo de álcool.

“Estou a tentar reduzir ao máximo a nossa responsabilidade”, afirmou Watkins. Além disso, também quer evitar ser uma “má vizinha”. A sua página, que mostra o seu bar tropical tiki, uma cerca forrada com pranchas de surf e espreguiçadeiras cor-de-rosa, avisa os potenciais clientes: “Esta é a nossa casa, não é um hotel em Las Vegas.”

Em 2021, a Swimply introduziu uma apólice de seguro que protege “todas as reservas feitas através da Swimply até um milhão de dólares contra reivindicações de responsabilidade”, um aspeto que Weinberger referiu que a empresa sabia desde o início ser fundamental para que as pessoas se sentissem seguras. Considerou ser uma “enorme vitória” poder oferecer esta apólice, mas a verdade é que subsistem dúvidas sobre se será suficiente para cobrir todos os riscos e se todas as potenciais reivindicações se enquadram nos exaustivos termos de contrato de serviços da plataforma. (A Swimply afirmou que ainda não teve de fazer qualquer pagamento através do programa de seguro de responsabilidade civil.) Adicionalmente, inclui até 10 mil dólares de proteção de propriedade por incidente, um programa através do qual alguns anfitriões receberam reembolsos por danos menores, adiantou a empresa.

Alexandra Watkins afirmou que ainda não recebeu reservas através da Swimply, mas disponibilizou recentemente a sua piscina com várias regras, incluindo a proibição de utilização por crianças: “Na Swimply, é essencial termos a certeza daquilo que estamos a oferecer.” Foto: cortesia Alexandra Watkins via CNN

Michael Duff, professor da Faculdade de Direito da Universidade de Saint Louis, advertiu que o que uma empresa estabelece num acordo não é lei, e não deve ser tomado como tal.

“Nunca é lei. É a ideia que alguém faz de como tudo se processaria, mesmo que as pessoas assinem um contrato onde se estipula: ‘Compreendo que estou a abdicar do meu direito à proteção judicial.’ Em alguns estados, isso é vinculativo, mas há outros em que essa renúncia de responsabilidade não é aceite tão facilmente”, disse-nos Duff. “Teríamos, literalmente, de analisar a situação Estado a Estado para percebermos se é assim tão fácil renunciar à responsabilidade.”

Os juristas e especialistas em seguros alertam que os anfitriões devem, no mínimo, contactar a sua seguradora sobre o aluguer das suas piscinas para uso privado. Os termos de serviço da Swimply também fazem essa recomendação, e esclarecem que o ónus do cumprimento de quaisquer leis ou requisitos de licenciamento aplicáveis está do lado dos anfitriões.

“Quando corre bem, corre muito bem. Mas quando não corre, pode ser desastroso”, disse à CNN Business a professora de Direito da Universidade de St. John, Miriam Cherry, referindo-se às empresas de economia de partilha que estabelecem ligações entre estranhos através de um serviço.

Pela sua parte, a Swimply garantiu que analisa todas as piscinas presentes na sua plataforma numa tentativa de eliminar ofertas falsas ou inseguras e que faz verificações de antecedentes. Também requer que os anfitriões estejam em casa quando as reservas incluem 15 clientes ou mais. É expectável que os anfitriões informem os vizinhos do serviço que disponibilizam e que cumpram todas e quaisquer regras comunitárias, tais como aquelas que dizem respeito ao estacionamento. É proibida discriminação de qualquer tipo, e a Swimply tem uma regra que proíbe a atividade sexual, incluindo “tirar a roupa com vista à gratificação sexual, por isso, planeie o seu dia em conformidade”, pode ler-se no site.

Os anfitriões também são incentivados a acrescentar as suas próprias regras. “As minhas regras são muito simples: é proibido consumir bebidas alcoólicas dentro da piscina, fumar ou tirar plantas da propriedade”, afirmou à CNN Business Armando Gonzalez, um anfitrião de Moreno Valley, na Califórnia. Acrescentou que exige que os clientes levem o seu próprio salva-vidas ou tenham um adulto responsável pela supervisão quando há mais de 10 crianças presentes (a sua capacidade máxima é de 100).

Até agora, Gonzalez disse que o único problema que teve nas mais de 40 reservas com que já conta está relacionado com as plantas. “Não sei porquê, as pessoas têm tendência a levar algumas das minhas plantas”, disse, referindo o caso de uma suculenta dispendiosa que foi levada por um cliente. “Acho que paguei cerca de 200 dólares por aquela planta. Só tenho de aceitar a perda. Não há nada a fazer.”

A CNN Business falou com duas anfitriãs cuja principal atividade está ligada ao ramo dos seguros, e que começaram a alugar as suas casas na Swimply para terem um rendimento adicional. Ambas alugaram casas de banho portáteis para os clientes usarem, evitando assim que entrem em suas casas.

Uma das anfitriãs, Sonia Perez, de San Antonio, no Texas, disse que, inicialmente, a questão da responsabilidade era a sua “maior preocupação”. Perez, que começou a usar a Swimply este verão, disse que está sempre em casa e só teve um problema, com um grupo de jovens que deixou lixo para trás.

A outra, Marcia Clarke, vive em Atlanta e é anfitriã da Swimply há dois anos. Clarke afirmou que a maior despesa que teve até agora foi com uma escada de piscina partida, que lhe custou 400 dólares e que só descobriu após a saída dos clientes. Assumiu o custo e implementou uma nova política de fazer uma verificação exaustiva com os clientes no final da sua reserva.

“Não é diferente de dar eu uma festa e cobrar entrada aos convidados”, adiantou Clarke. E, nas suas palavras, o rendimento extra tem sido uma “enorme ajuda financeira”.

A casa de banho que Armando Gonzalez permite que os seus clientes Swimply usem combina com a estética da sua piscina, que inclui ainda um bar temático de piratas. Foto: cortesia Armando Gonzalez via CNN

Fabiola Farrah Colas-Williams e Kyle Williams também perceberam que a Swimply é útil para ajudar a suportar os custos da manutenção da piscina, dado que a sua família, que inclui dois adolescentes, não a usa com frequência. Começaram a usar a Swimply no início do verão para alugar a sua propriedade em Suffolk County, em Nova Iorque, e já estão a pensar noutros equipamentos que podem disponibilizar, tais como a sala de cinema que têm em casa.

Mas, nas palavras de Fabiola, antes de alugarem um equipamento dentro e não fora de casa, “precisamos de ter um plano para as crianças, para o que vamos fazer [em caso de aluguer]. Por isso ainda não decidimos quando vamos avançar.”

As comunidades veem uma oportunidade para antecipar problemas

Ao longo dos anos, a Airbnb tem obrigado os municípios a lidar com um afluxo de alugueres de curta duração e com os vários impactos que essas estadias transitórias têm nas suas comunidades. Alguns aprovaram leis que proibiram o aluguer de casas para estadias curtas, tais como menos de 30 dias, por exemplo.

Agora, depois de uma década a lutar contra a Airbnb, algumas comunidades estão a preparar-se para reagir antecipadamente à Swimply.

Segundo uma notícia do Desert Sun, posteriormente confirmada pela funcionária municipal Veronica Goedhart à CNN Business, Palm Springs determinou que a Swimply ficaria proibida de atuar em zonas com residências unifamiliares, ao abrigo do seu código de ordenamento urbanístico, que não permite a utilização dos espaços para uso comercial.

“Regra geral, as piscinas da Swimply não estão abertas ao público e, por conseguinte, não são propriedades comerciais”, contrapôs a Swimply. “Acreditamos que a Swimply não viola as leis comunitárias e que não deve ser proibida de atuar nessas zonas. No entanto, estamos dispostos a colaborar com o município, de modo a estabelecer da forma mais adequada os regulamentos aplicáveis àqueles que desejem disponibilizar os seus serviços ou reservar uma piscina através da Swimply.”

Entretanto, em Pinecrest, nos subúrbios de Miami, a vereadora Anna Hochkammer apresentou uma moção para alterar a legislação comunitária no sentido de proibir os moradores de alugarem “propriedades residenciais para uso recreativo”.

“A Swimply é apenas a mais recente iteração do que tem sido uma dor de cabeça constante para os municípios na Florida”, afirmou Hochkammer à CNN Business, referindo-se à evolução da economia de alugueres de férias impulsionada pela Airbnb. Em 2011, o governo estadual impediu os municípios da Florida de proibirem empresas como a Airbnb. “Tivemos de recuar várias vezes para alterar o nosso código, de modo a conseguirmos implementar medidas de responsabilização destas empresas.”

Fabiola Farrah Colas-Williams e Kyle Williams, de Suffolk, em Nova Iorque, alugam a piscina na Swimply. O seu quintal também inclui um braseiro, campos de basquetebol e voleibol. Foto: cortesia Fabiola e Kyle Williams via CNN

À medida que se expandiam, a Uber e a Airbnb contrataram lobistas para ajudar a aprovar leis favoráveis que apoiariam as suas práticas comerciais. Quando questionado sobre se a Swimply já tinha contratado lobistas, Laskin afirmou: “Temos uma equipa. […] É uma equipa nova que formámos este ano agora que ganhámos impulso e estamos a ser reconhecidos.”

“Temos de ser pró-ativos”, acrescentou.

Neste momento, a empresa é muitas vezes considerada como uma plataforma para organizar festas na piscina, o que para muitos pode ser sinónimo de confusão garantida, mas Laskin assegurou-nos que 95% das reservas são feitas por grupos de menos de cinco pessoas e que todas as piscinas estão localizadas nas residências principais dos anfitriões. “É uma experiência intimista, bonita e, por norma, replica o uso que o proprietário dá à piscina”, adiantou Laskin.

No entanto, a imagem das festas na piscina é promovida pela própria Swimply através das suas campanhas de marketing. Durante esta reportagem, recebi inúmeros anúncios da Swimply no Instagram. Um deles dizia: “Swimply apresenta: A Festa na Piscina.” Mostrava três adultos a saltar para dentro de uma piscina com insufláveis à volta da cintura.

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