Póvoa de Varzim: Hospital e chefes de equipa de urgência demissionários vão reunir-se na segunda-feira

Agência Lusa , DCT
25 dez 2021, 23:39
Hospital
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O conselho de administração confirma ter rececionado, na noite de sexta-feira, a carta de intenção de demissão dos chefes de equipa do serviço de urgência, mas esclarece que o serviço de urgência “mantém-se em pleno funcionamento”

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O Centro Hospitalar Póvoa de Varzim – Vila do Conde, onde os chefes de equipa de urgência estão demissionários, anunciou este sábado que serão realizadas reuniões na segunda-feira para tentar ultrapassar as dificuldades ao nível dos recursos humanos.

“Está marcada para a próxima segunda-feira uma reunião com o porta-voz da iniciativa, estando igualmente previsto encontro com os chefes da equipa de urgência, no sentido de serem encontradas soluções e na expectativa de que as dificuldades sentidas, ao nível de Recursos Humanos, possam ser – em conjunto – ultrapassadas”, lê-se na nota da instituição de saúde.

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O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) divulgou este sábado que os chefes de equipa de urgência do Centro Hospitalar Póvoa de Varzim - Vila do Conde apresentaram, na sexta-feira, a demissão por “grave carência de recursos humanos médicos” neste serviço.

Em comunicado, o sindicato especificou que os médicos apresentaram a carta de demissão ao presidente do conselho de administração e ao diretor clínico, tendo a mesma sido assinada por todos os chefes de equipa, à exceção da diretora do serviço de urgência que também exerce funções de chefe de equipa.

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“A demissão coletiva é motivada pela grave carência de recursos humanos médicos no serviço de urgência daquele centro hospitalar, que já não permite assegurar cuidados em segurança para os doentes”, referiu.

O conselho de administração confirma ter rececionado, na noite de sexta-feira, a carta de intenção de demissão dos chefes de equipa do serviço de urgência, mas esclarece que o serviço de urgência “mantém-se em pleno funcionamento”.

Os chefes de equipa visados nesta situação estão “a assegurar o normal funcionamento do serviço, mantendo-se assim em funções e providenciando todos os cuidados inerentes ao funcionamento do serviço de urgência”, prossegue a nota deste centro hospitalar.

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