opinião

Falemos da Vida

13 mai, 07:00

Notas Soltas

É o nome de um livro que me acompanha há anos. Sempre que preciso de reflectir sobre as minhas circunstâncias, recorro a este texto precioso que resulta de um diálogo entre uma jornalista e um filósofo Espanhóis. 

Poderia elaborar uma narrativa sobre as principais ideias que atravessam a obra, mas opto por algumas citações. Não o faço por uma questão de facilitismos, mas porque entendo que estas afirmações transcritas ajudarão mais eficazmente a pensar sobre as grandes questões que se colocam à condição humana, nas suas virtudes e nas suas imperfeições. 

"A ambição suprema de todo o ser humano, uma vez satisfeitas as suas necessidades elementares, deveria ser algo parecido a estabelecer uma forte relação com as pessoas que o rodeiam e evitar os que o pretendem agredir…". São palavras sábias, nas quais me revejo integralmente. 

Ainda: "A ausência de projectos é possivelmente o que torna o mundo pesado, insuficiente e aborrecido".

Ainda: "Pascal dizia que há que aprender a suportar a monotonia do quotidiano".
 
Uma outra reflexão : "Creio que no ser humano funcionam duas grandes motivações contraditórias: uma é a procura do bem estar; outra o desejo de ampliar as nossas possibilidades que nos leva à exploração do conhecimento e ao risco".

E, finalmente: "Perder a curiosidade é, em certo sentido, perder a esperança". 

Tenho para mim que talvez seja esta última a ideia mais marcante que resulta da conversa de Nativel Preciado e José António Marina. Perder a curiosidade; perder a esperança. 

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