INE confirma que inflação acelerou para 3,1% em maio

14 jun, 11:15
Supermercado (Getty Images)

Já o "Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português apresentou uma variação homóloga de 3,8%"

A inflação acelerou para 3,1% em maio adiantou o Instituto Nacional de Estatística esta segunda-feira, confirmando as previsões de fim de maio.

"A variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) foi 3,1% em maio, taxa superior em 0,9 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior. Esta aceleração resulta essencialmente do efeito de base associado à redução mensal de preços registada em maio de 2023 (-0,7%), no seguimento da isenção de IVA num conjunto de bens alimentares, e, em menor grau, da aceleração de preços dos hotéis. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) registou uma variação de 2,7% (2,0% em abril). A variação do índice relativo aos produtos energéticos registou uma variação de 7,8% (7,9% no mês precedente) e o índice referente aos produtos alimentares não transformados aumentou para 2,5% (variação nula no mês anterior)", lê-se na nota divulgada online.

Segundo o INE, a "variação mensal do IPC foi 0,2% (0,5% no mês precedente e -0,7% em maio de 2023). A variação média dos últimos doze meses foi 2,6% (valor idêntico ao registado em abril)."

Já o "Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português apresentou uma variação homóloga de 3,8%, valor superior em 1,5 p.p. ao registado no mês anterior e superior em 1,2 p.p. ao valor estimado pelo Eurostat para a área do Euro (em abril, a taxa em Portugal tinha sido inferior à da área do Euro em 0,1 p.p.)". 

"Excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, o IHPC em Portugal atingiu uma variação homóloga de 3,6% em maio (2,1% em abril), superior à taxa correspondente para a área do Euro (estimada em 2,9%). O IHPC registou uma variação mensal de 1,0% (1,1% no mês anterior e -0,4% em maio de 2023) e uma variação média dos últimos doze meses de 3,3% (3,5% no mês precedente)", adianta a nota.

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