Desemprego na OCDE cai em fevereiro para 5,2%, mínimo desde 2001

Agência Lusa , PF
12 abr, 12:12
IEFP

Em toda a zona euro, diminuiu uma décima de ponto percentual para 6,8%. Por outro lado, registaram-se aumentos principalmente na Colômbia (três décimas de ponto para 12,5%), México (duas décimas de ponto para 3,7%) e República Checa (duas décimas de ponto para 2,4%)

A taxa de desemprego na OCDE caiu em fevereiro para 5,2%, abaixo do nível pré-pandemia pela primeira vez, e o nível mais baixo desde que a série estatística começou em 2001.

A percentagem de desempregados na população ativa caiu uma décima de ponto percentual em relação a janeiro e o número de pessoas sem emprego recuou para 34,9 milhões, menos 700.000 do que quando a crise da covid-19 eclodiu dois anos antes, disse a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) num comunicado hoje divulgado.

Em fevereiro, a taxa de desemprego caiu especialmente em termos relativos no Canadá (um ponto para 5,5%), Grécia (nove décimas para 11,9%), Coreia do Sul (nove décimas para 2,7%), Suécia (sete décimas para 7,3%) e Turquia (cinco décimas para 10,7%).

Também diminuiu mais moderadamente em Espanha (duas décimas para 12,6%) e nos Estados Unidos (duas décimas para 3,8%).

Em toda a zona euro, diminuiu uma décima de ponto percentual para 6,8%.

Por outro lado, registaram-se aumentos principalmente na Colômbia (três décimas de ponto para 12,5%), México (duas décimas de ponto para 3,7%) e República Checa (duas décimas de ponto para 2,4%).

Com 12,5%, a Colômbia era o segundo membro da organização com maior desemprego, só ultrapassado pela Espanha (12,6%).

Em termos absolutos, os países com mais desemprego foram os Estados Unidos (6,27 milhões), Colômbia (2,98 milhões), Espanha (2,92 milhões), França (2,25 milhões), México (2,19 milhões) e Itália (2,12 milhões).

O chefe de estatística da OCDE, Paul Schreyer, disse que a queda do desemprego em fevereiro "é uma continuação de uma tendência positiva", mas alertou para que "com o aumento da incerteza global e das tensões geopolíticas” é necessário “continuar a acompanhar de perto a situação".

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