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Japão levanta alerta após lançamento de míssil da Coreia do Norte que "falhou" missão

CNN Portugal , BCE (notícia atualizada às 16:30)
27 mai, 15:07
Soldados sul-coreanos vigiam Coreia do Norte na fronteira (Ahn Young-joon/AP)


 

O governo nipónico acredita que se trata de um míssil balístico mas que "parece ter falhado" a sua missão

As autoridades do Japão emitiram um alerta e uma ordem de evacuação para que a população se protegesse após o lançamento de um míssil a partir da Coreia do Norte, avança a agência de notícias japonesa Kyodo. Entretanto, o governo nipónico disse que o projétil desapareceu do radar e "parece ter falhado" a sua missão - uma informação confirmada pela Coreia do Norte, com a agência estatal norte-coreana KCNA a avançar que "o lançamento de um satélite espião falhou".

De acordo com a mesma fonte, o governo do Japão acredita que se trata de um míssil balístico, mas que o mesmo não deverá voar em direção ao território japonês. Tanto que o executivo decidiu levantar pouco depois o aviso de emergência para a prefeitura de Okinawa, noticia a agência Reuters.

Em comunicado, o exército sul-coreano diz ter detetado destroços do que diz ser um projétil norte-coreano disparado esta segunda-feira, acreditando que será o mesmo que serviu para emitir o alerta no Japão.

O lançamento do míssil surge horas depois de Pyongyang ter avisado que iria lançar um satélite antes de 4 de junho, antes da realização de uma cimeira entre o Japão, a China e a Coreia do Sul, colocando a região em alerta máximo.

Na notificação, emitida esta madrugada, a Coreia do Norte designou três áreas marítimas como potenciais zonas de perigo para a queda dos destroços do foguetão necessário para o lançamento do aparelho: duas a oeste da península coreana e uma a leste da ilha filipina de Luzon, segundo dados recebidos pela guarda costeira japonesa.

Os três locais coincidem com as zonas demarcadas pelo regime norte-coreano para os lançamentos do ano passado. A Coreia do Norte prometeu lançar mais três satélites espiões este ano, depois de ter colocado em órbita o primeiro em novembro do ano passado e de duas tentativas falhadas no início do ano.

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