Empresária de Braga suspeita de corromper secretário-geral da presidência do Conselho de Ministros

29 set, 15:59
Foto: Manuela Couto. Foto: DR

Manuela Couto já é arguida noutros dois processos de corrupção - as operações Éter e Teia, por contratos celebrados entre as suas empresas e autarquias do Norte

A principal suspeita de corrupção ativa no caso da Presidência do Conselho de Ministros é Manuela Couto, empresária de Braga que já é arguida noutros dois processos de corrupção - as operações Éter e Teia, por contratos celebrados entre as suas empresas e autarquias do Norte. 

Manuela Couto, que chegou a estar em prisão domiciliária - tendo pago 20 mil euros para ser libertada - é ex-mulher de Joaquim Couto, ex-presidente da Câmara de Santo Tirso, também detido em 2019 por corrupção. 

No âmbito desses processos a PJ encontrou o rasto de ligações de Manuela Couto a David Xavier, secretário-geral da presidência do Conselho de Ministros, através de uma empresa de prestação de serviços informáticos. Celebrou vários contratos com o Estado, por ajuste direto, num valor superior a um milhão de euros. David Xavier e Manuela Couto são suspeitos de corrupção passiva e ativa, respetivamente.

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