Marta Temido lamenta morte provocada por incêndio no Hospital de São João

Agência Lusa , DCT
20 dez 2021, 19:11
Ministra da Saúde, Marta Temido (ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA)
Ministra da Saúde, Marta Temido (ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA)

Marta Temido agradece ainda a todos os profissionais que "prontamente" se deslocaram aos doentes e combateram este "trágico incêndio"

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A ministra de Saúde, Marta Temido, lamentou esta segunda-feira a morte provocada pelo incêndio que deflagrou no Hospital de São João, no Porto, e expressou “total solidariedade” ao conselho de administração e a todos os “afetados por esta tragédia”.

O gabinete de comunicação do Ministério da Saúde referiu que Marta Temido deslocou-se ao início desta tarde ao Centro Hospitalar Universitário de São João (CHUSJ), na sequência do incêndio que deflagrou no domingo no serviço de pneumologia. 

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"A ministra da Saúde lamenta profundamente a morte registada e endereça sentidas condolências aos familiares das vítimas e deseja uma rápida recuperação a todos os feridos", refere.

A ministra expressa ainda "total solidariedade" com o conselho de administração do CHUSJ, aos profissionais de saúde e "todas as pessoas afetadas por esta tragédia". 

Marta Temido agradece ainda a todos os profissionais que "prontamente" se deslocaram aos doentes e combateram este "trágico incêndio". 

Inquérito ao Centro Hospitalar Universitário de São João vai ser conduzido por dois inspetores do Núcleo Regional do Norte

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A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) já revelou que instaurou um inquérito para apurar as responsabilidades no incêndio ocorrido no domingo no Hospital São João, que causou um morto e quatro feridos graves.

A IGAS adianta em comunicado que o processo de inquérito ao Centro Hospitalar Universitário de São João vai ser conduzido por dois inspetores do Núcleo Regional do Norte.

Fonte da Polícia Judiciaria (PJ) disse esta segunda-feira à Lusa estar a ser investigado o incêndio que deflagrou domingo no Hospital de São João, causando um morto e quatro feridos graves.

Segundo a mesma fonte, “a PJ foi chamada a investigar as circunstâncias” do incêndio que, pelas 17:40 de domingo, atingiu o piso 9 do Hospital de São João, onde está o serviço de Pneumologia, e que obrigou à retirada de doentes.

CHUSJ está a “prestar informação e apoio psicológico às famílias das vítimas e aos profissionais

Em comunicado divulgado no domingo, o CHUSJ diz que o incêndio, “de elevada complexidade”, foi dado como extinto às 19:00, dando conta da existência de “uma vítima mortal a lamentar, [de] quatro feridos graves” e de “cinco profissionais afetados”, que receberam assistência no serviço de urgência.

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“As causas do incêndio estão a ser apuradas e será aberto um processo de averiguações interno”, refere o CHUSJ, acrescentando que “o plano de incêndio do hospital e o plano de emergência interno foram prontamente ativados, possibilitando a deslocação dos doentes e dos profissionais, bem como o combate ao incêndio pelas equipas internas e pelas corporações de bombeiros”.

O CHUSJ sublinha ainda que o hospital está a “prestar informação e apoio psicológico às famílias das vítimas e aos profissionais”, tendo apresentado “os mais sentidos pêsames à família da vítima mortal”.

Uma nota publicada na noite de domingo na página oficial da Presidência da República refere que Marcelo Rebelo de Sousa contactou o presidente do conselho de administração do Hospital de São João na sequência do incêndio, exprimindo solidariedade com todos os envolvidos.

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