Comissão para rever rede de cuidados materno-infantis já tinha sido criada em 2017, mas trabalho nunca foi concluído

22 jun, 07:27
Maternidade (	Future Publishing/ Getty)

REVISTA DE IMPRENSA. Trabalho será agora retomado pela Comissão estabelecida por Marta Temido

A criação de uma comissão para rever a rede de referenciação hospitalar da saúde materno-infantil não é uma medida nova. A decisão tomada pela ministra Marta Temido na semana passada recupera um trabalho pedido em 2017, quando Adalberto Campos Fernandes era ministro da Saúde, noticia o jornal Público na edição desta quarta-feira.

No entanto, o trabalho desta comissão nunca foi concluído. Ao jornal diário, o Ministério da Saúde justifica a não conclusão do trabalho com a “situação epidemiológica causada pela pandemia”, mas adianta que o processo vai “agora ser retomado” e a proposta “deverá ser apresentada num prazo de 180 dias”.

“Os membros da Comissão de Acompanhamento da Resposta em Urgência de Ginecologia/Obstetrícia e Bloco de Partos integram também o grupo técnico que irá elaborar a proposta de criação da Rede de Referenciação Hospitalar de Saúde Materno-Infantil”, afirma fonte ministerial ao Público.

Gonçalo Cordeiro Ferreira, coordenador da comissão de 2017, menciona ao jornal que apenas uma parte do trabalho deste grupo foi concluída, a que diz respeito à rede hospitalar de ginecologia-obstetrícia e neonatalogia. A outra parte, diz o pediatra, é “muito complexa”, por englobar várias especialidades e subespecialidades pediátricas, não tendo sido concluída antes do início da pandemia.

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