Caetano Veloso infetado com covid-19 diz-se bem graças à vacina

Agência Lusa , AM
27 dez 2021, 07:15
Caetano Veloso
Caetano Veloso

Cantor brasileiro já tem as três doses da vacina contra a covid-19

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O cantautor brasileiro Caetano Veloso, um dos nomes mais importantes da música popular do Brasil, confirmou este domingo, na cidade de Salvador, estar infetado com covid-19, mas garantiu sentir-se bem graças à vacinação.

A empresária Paula Lavigne, mulher do artista, também apresentou um resultado positivo ao novo coronavírus, estando ambos, contudo, assintomáticos.

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“Depois de uma semana de resultados negativos com testes diários, exigidas, e bem, pela produção de espetáculos televisivos, a Paula e eu demos positivo à covid-19 na Bahia, onde nos encontramos há cinco dias”, assegurou o músico e cantor numa mensagem publicada na rede social Instagram.

Caetano Veloso, 79 anos, que já recebeu as três doses da vacina, realçou a importância de contar com o esquema completo de imunização, e criticou fortemente o Governo do Presidente Jair Bolsonaro pelas restrições e condicionantes que quer impor aos menores entre os cinco e os 11 anos para que possam aceder livremente aos antígenos.

“Estamos bem e atribuímos isso ao facto de estarmos vacinados. O importante é que todos possam ser vacinados com as três doses. A pandemia não acabou e a nova variante [Ómicron] é muito contagiosa”, afirmou.

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“É inadmissível que o governo federal atrapalhe o programa de vacinação de crianças aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa, órgão regulador). Que o Estado brasileiro se livre desse Governo”, rebateu o artista vencedor de vários prémios Grammy.

Desde o início da pandemia, e segundo os dados oficiais, o Brasil, segundo país mais afetado só atrás dos Estados Unidos, acumulou mais de 2,2 milhões de infeções com covid-19, doença associada a mais de 619 mil mortes.

A covid-19 provocou mais de 5,39 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

Uma nova variante, a Ómicron, classificada como preocupante pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, a 24 de novembro, foram notificadas infeções em pelo menos 89 países de todos os continentes, incluindo Portugal. 

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