Rússia diz ter sido bombardeada junto à fronteira com a Ucrânia: fala em oito feridos, incluindo uma criança

14 abr, 13:11
Tropas russas na Ucrânia (AP Images)

Bombardeamento na zona de Bryansk foi noticiado pela agência estatal russa, que fala em edifícios residenciais atingidos pelo ataque

As autoridades da região russa de Bryansk acusam as forças armadas da Ucrânia de um bombardeamento a uma zona residencial na cidade de Klimovo, na região de Bryansk. De acordo com a agência TASS, que cita fontes do governo local, oito pessoas ficaram feridas na sequência do ataque, entre as quais uma mulher grávida e uma criança.

“Oito pessoas foram feridas. Destas, uma criança está em estado grave e uma mulher grávida foi enviada para o Hospital Distrital de Novozybkov. Dois adultos estão feridos com gravidade e outros três têm ferimentos ligeiros”, referem as autoridades, que mais tarde acrescentaram que seis das vítimas tiveram de ser hospitalizadas.

O governador de Bryansk, Alexander Bogomaz, diz que os bombardeamentos atingiram uma zona residencial que fica a cerca de 10 quilómetros da fronteira com a Ucrânia. Dois edifícios estavam em chamas e os serviços de emergência estavam a trabalhar no local a prestar assistência. Para o local foi também enviada uma equipa de investigação.

À agência TASS, a diretora do Departamento de Educação da região diz que as escolas tiveram de ser encerradas, com as crianças a serem enviadas para um local protegido a pedido dos pais.

Entretanto o Comité de Investigação da Rússia afirmou que os ataques foram conduzidos com seis helicópteros ucranianos.

Esta quarta-feira já tinham sido registados disparos de morteiros na mesma região, no posto de controlo de Novye Yurkovichi. Relativamente a esse caso, os serviços de informação da Rússia indicaram que estavam refugiados a passar no local na altura do ataque, que acabou por danificar apenas dois carros, não se tendo registado quaisquer vítimas.

Bryansk, onde vivem cerca de 25 mil pessoas, faz fronteira com a região de Chernihiv, a que fica mais a norte da Ucrânia. O nível de alerta terrorista para aquela região já tinha sido elevado nos últimos dias.

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