Elon Musk vai despedir 3.700 pessoas e proibir o teletrabalho

Agência Lusa , AM
3 nov, 09:49
Elon Musk (Getty Images)

Empresário também pretende exigir o trabalho presencial nos escritórios a partir de segunda-feira, naquilo que será um revés da política da empresa, que permite aos funcionários que trabalhem de qualquer lugar

O empresário Elon Musk está a planear demitir até metade dos 7.500 funcionários da rede social Twitter, segundo pessoas ligadas à compra da empresa digital, como parte do corte planeado de custos, informou esta quinta-feira o jornal Financial Times (FT).

Como parte desses planos, o bilionário pretende cortar cerca de 3.700 postos de trabalho da empresa digital adquirida por 44 mil milhões de dólares (45,3 mil milhões de euros), segundo duas pessoas familiarizadas com o projeto, embora o número exato esteja sujeito a alterações.

De acordo com o jornal britânico, Musk também pretende exigir o trabalho presencial nos escritórios a partir de segunda-feira, o que reverteria a política atual do Twitter, que permite que os funcionários trabalhem de qualquer lugar.

Os despedimentos podem já ocorrer na sexta-feira, se não antes, de acordo com as informações do FT, acrescentando que Musk já deixou a sua marca no Twitter desde que finalizou a aquisição, pedindo aos funcionários que trabalhem em tempo integral em projetos selecionados.

No final da semana passada, Musk reformulou a equipa, demitindo executivos, incluindo o responsável do Twitter, Parag Agrawal, enquanto levou para a empresa um pequeno grupo de conselheiros de confiança, incluindo o seu advogado pessoal, Alex Spiro.

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