Lacerda Sales apela à toma da terceira dose: "Não queremos um Natal igual ao do ano passado"

Catarina Machado , com Lusa
20 nov, 18:28

Secretário de Estado Adjunto e da Saúde disse que este sábado foi o dia em que foram administradas mais doses de reforço da vacina contra a covid-19, com mais de 42.000 pessoas vacinadas

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Foram vacinadas, neste sábado, com a terceira dose da vacina da covid-19, mais de 42.000 pessoas, um recorde diário, anunciou o secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Lacerda Sales.

Em Mafra, no distrito de Lisboa, num dos centros de vacinação, e acompanhado do responsável do núcleo de coordenação, o coronel Penha Gonçalves, Lacerda Sales disse, ainda, que, até ao momento, foram administradas mais de 700 mil doses de reforço e também mais de 1,5 milhões da vacina da gripe.

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O governante assumiu, porém, que "vai ser necessário reforçar" o processo de vacinação, uma vez que o número de elegíveis "mais do que duplicou", com "mais de 1,8 milhões de pessoas para vacinar", depois de conhecida a posição da DGS relativamente aos que tomaram a vacina da Janssen.

“Vamos ter reforços, como é óbvio. Temos de reprogramar e voltar a planear, quer do ponto de vista da logística, quer do ponto de vista dos recursos e do planeamento, porque é mais do dobro dos elegíveis. E é isso que vamos fazer com o Núcleo de Coordenação [do processo de vacinação] e com as autarquias", indicou, adiantando, ainda, que a chegada de mais meios surgirá da “cooperação intensa com o Ministério da Defesa e as Forças Armadas”, além do Ministério da Saúde e dos seus organismos.

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Lacerda Sales apelou, ainda, à adesão dos portugueses.

Queremos que o nosso Natal, o Natal das nossas famílias não seja igual ao do ano passado, em que possa haver gente sozinha. Estou a fazer um apelo para que as pessoas se antecipem, para que possamos ter um grande nível de adesão e que as pessoas possam passar o Natal com mais tranquilidade e juntas com as famílias."

A terminar, o secretário de Estado evitou pronunciar-se sobre a eventual vacinação das crianças entre os cinco e os 11 anos, pedindo que se espere pelas decisões da DGS e dos organismos internacionais sobre essa matéria. Porém, reiterou que Portugal tem “logística, recursos e meios” para fazer face a esse desafio e que “a prova está mais do que dada” pelo país.

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