Marcelo defende "Portugal mais justo e mais igualitário" no Dia dos Afrodescendentes

Agência Lusa , FMC
31 ago, 14:07
Manifestação juntou 300 pessoas em memória de Bruno Candé

António Guterres recordou, neste dia, que “milhões de pessoas de ascendência africana ainda estão sujeitas ao racismo e à discriminação racial, profundamente enraizada e sistémica”

O Presidente da República Portuguesa associou-se esta quarta-feira às Nações Unidas na evocação do Dia Internacional das Pessoas Afrodescendentes, defendendo "um Portugal mais justo e mais igualitário" e lembrando aqueles que ainda são sujeitos ao racismo.

Numa nota colocada na página oficial na Internet, Marcelo Rebelo de Sousa associa-se às Nações Unidas para "assinalar o Dia Internacional das Pessoas Afrodescendentes, saudando as pessoas de ascendência africana entre nós e todos aqueles ainda sujeitos ao racismo e à discriminação racial".

"Que este dia possa lembrar-nos da importância de nos juntarmos por um Portugal mais justo e mais igualitário para todas e todos", defende ainda o chefe de Estado português.

Também esta quarta-feira, o secretário-geral da ONU, António Guterres, recordou esta quarta-feira que “milhões de pessoas de ascendência africana ainda estão sujeitas ao racismo e à discriminação racial, profundamente enraizada e sistémica”.

A Assembleia Geral da ONU solicitou, de acordo com o secretário-geral, ao Grupo de Trabalho Intergovernamental sobre a Implementação Efetiva da Declaração e Programa de Ação de Durban que elabore uma declaração das Nações Unidas sobre a promoção e o pleno respeito dos direitos humanos dos afrodescendentes.

O Fórum, criado pela ONU no início do mês e que é composto por 10 membros que irão trabalhar em conjunto com o Conselho de Direitos Humanos, terá como principal tarefa a produção dessa declaração.

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