PJ da Guarda deteve homem de 31 anos suspeito de matar a avó em Seia

Agência Lusa , CV
17 jun, 13:43
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A morte “terá sido causada na sequência de mais uma discussão entre o autor e a vítima, que terá mesmo exigido o abandono da casa por parte do seu neto”.

A Polícia Judiciária (PJ) deteve um homem de 31 anos que está “fortemente indiciado” pela prática do crime de homicídio qualificado da sua avó, uma mulher de 70 anos, no concelho de Seia.

A PJ referiu em comunicado esta sexta-feira enviado à agência Lusa que o Departamento de Investigação Criminal da Guarda, com a colaboração da GNR de Seia, “identificou e deteve um homem fortemente indiciado pela prática de um crime de homicídio qualificado”, ocorrido na quarta-feira, na localidade de São Martinho, em Seia, no distrito da Guarda, que teve como vítima uma mulher de 70 anos, avó do suspeito.

“Os factos ocorreram num contexto de convivência familiar, caracterizado por persistentes desavenças familiares entre o autor e a vítima, proprietária da residência onde os factos ocorreram e onde o primeiro também residia, juntamente com uma irmã, após ter regressado recentemente da Suíça”, lê-se.

A fonte referiu que a morte “terá sido causada na sequência de mais uma discussão entre o autor e a vítima, que terá mesmo exigido o abandono da casa por parte do seu neto”.

“Nesse contexto, este, prevalecendo-se da sua superioridade física, agarrou a vítima pelo pescoço, estrangulando-a e fazendo-a tombar no chão, prosseguindo depois com sucessivos embates da cabeça desta contra o solo”.

De acordo com a nota da PJ, o suspeito terá solicitado assistência médica, via 112, “alegando, inicialmente, que o fez pela razão de ter encontrado a sua avó caída no chão e inanimada, mas acabando, mais tarde, por assumir ter sido ele o causador desse estado da vítima”.

Apesar de socorrida no local e depois transportada ao Hospital de Seia, “a vítima acabou por perecer, evidenciando claros sinais de agressão violenta”, adiantou a fonte.

O detido, desempregado, vai ser presente às competentes autoridades judiciárias, “tendo em vista o seu interrogatório judicial de arguido detido e a aplicação de adequadas medidas de coação”.

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