Mundial 2022: FIFA abre processo à Federação e a quatro jogadores do Uruguai

5 dez 2022, 16:38
Giménez atinge elemento da FIFA com o cotovelo (Getty)

Devido a infrações após o apito final do jogo com o Gana, na última jornada do grupo H

O Comité Disciplinar da FIFA abriu um processo contra a Federação Uruguaia de Futebol (AUF) e aos futebolistas José Maria Giménez, Cavani, Muslera e Godín, devido a infrações após o apito final do jogo com o Gana, no Campeonato do Mundo.

Inseridos no mesmo grupo de Portugal, os uruguaios venceram por 2-0, com golos de De Arrascaeta, aos 26 e 31 minutos, mas ficaram de fora dos oitavos de final, no desempate entre golos marcados e sofridos, com a Coreia do Sul a terminar com 4-4 e os sul-americanos com 2-2.

O processo disciplinar deve-se com a infração dos artigos 11, que diz respeito a comportamento ofensivo e violação dos princípios do ‘fair play’, 12, de conduta indevida de jogadores ou oficiais, e 13, de discriminação.

Após o jogo com o Gana, os jogadores sul-americanos protestaram com o árbitro alemão Daniel Siebert e com o videoárbitro, numa ação em que Giménez agrediu um dirigente da FIFA e ofendeu a equipa de arbitragem, enquanto Cavani foi visto a atirar o monitor do VAR ao chão.

A Federação Uruguaia de Futebol já tinha apresentado queixas no jogo com Portugal, nomeadamente no que diz respeito à grande penalidade, com responsáveis da Federação a revelarem que a própria FIFA terá admitido um erro de avaliação do lance.

O selecionador Diego Alonso também veio a público pronunciar-se, afirmando que a sua equipa foi afastada do Mundial devido a um penálti não assinalado a seu favor diante do Gana e um contra, mal avaliado, no jogo em que perdeu com Portugal.

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