Pinto da Costa sobre Taremi: «É a vida. Não podemos fazer nada. Só desejar felicidades»

24 fev, 21:06
Pinto da Costa (JOSÉ COELHO/LUSA)

Presidente portista fala da iminente saída do iraniano no fim da época

Pinto da Costa esteve este sábado nas Caldas da Rainha, por ocasião do vigésimo aniversário da Casa do FC Porto da cidade.

O presidente portista foi ainda recebido na Câmara Municipal. À entrada, abordou diversos temas da atualidade do clube, frisando que não estava em campanha eleitoral.

Apesar disso, Pinto da Costa comentou as palavras de Otávio, que, em entrevista à Sport TV, disse que Sérgio Conceição deve sair do FC Porto no final da época, já que não lhe faltarão ofertas.

«O Otávio está bem informado, é sinal de que sabe mais do que eu. Mesmo longe, tem melhores fontes», disse.

Já em relação à possível renovação de Sérgio Conceição, caso seja reeleito, o líder portista escusou-se a responder.

«Não penso em eleições, nem estou aqui em campanha eleitoral, estou aqui para visitar uma terra que conheço, uma terra amiga, não estou aqui para pensar nisso. As minhas preocupações são o FC Porto, resolver os problemas. As eleições não são para mim um fator de preocupação», afirmou.

Pinto da Costa falou ainda da situação de Taremi. O avançado iraniano, em final de contrato, deve sair do clube a custo zero no fim da temporada, mudando-se para o Inter de Milão.

«É importante, são todos importantes, não só o Taremi. São mais importantes, neste momento, os que estão a jogar. É a vida, o Taremi como qualquer outro jogador, como acontece em tantos grandes clubes… Os jogadores terminam o contrato e são livres de escolher o seu destino. Nós não podemos fazer nada, temos é que desejar felicidades», disse o presidente portista.

Pinto da Costa assegurou ainda que, enquanto estiver no cargo, a maioria do capital social da SAD portista será «sempre» do clube.

«Enquanto estiver aqui, não há ninguém que se meta no clube com o intuito de o vender em parte. A SAD do FC Porto será sempre do FC Porto. Quando o FC Portou criou, por obrigação, a SAD, tínhamos apenas 40 por cento, mas hoje temos uma maioria estável de 74,5 por cento. Isso, comigo, manter-se-á sempre. O FC Porto será sempre nosso, vosso e de quem o ama», afirmou o dirigente.

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