EUA esperam trabalhar com Angola no "caminho para uma governação transparente e democrática"

Agência Lusa , CF
26 ago, 09:30
Mais de 14 milhões de angolanos foram chamados às urnas: "Espero que o meu país fique melhor", diz cidadão

Norte-americanos desejam "uma Angola mais segura, com mais segurança e próspera para todos"

Os Estados Unidos felicitaram esta sexta-feira o povo angolano pela ampla participação nas eleições gerais de Angola, destacando que esperam continuar a trabalhar em conjunto para uma “governação transparente e democrática”.

“Esperamos que os resultados reflitam a voz de todos os Angolanos. Estamos ansiosos para trabalhar juntos no caminho para uma governação transparente e democrática e por uma Angola mais segura, com mais segurança e próspera para todos”, realça esta sexta-feira em comunicado o departamento de Estado dos Estados Unidos.

Na nota, o departamento sublinha que os Estados Unidos continuam a “trabalhar para fortalecer as democracias e promover o respeito pelos direitos humanos em Angola e em todo o mundo”.

“Esperamos que, independentemente do resultado, a parte vencedora dê oportunidade às diversas perspetivas de serem ouvidas, a fim de desenvolver um futuro seguro, próspero e saudável para todos os Angolanos”, é destacado na nota.

O departamento de Estado norte-americano diz também incentivar “a paz e a paciência à medida que o processo de contagem/certificação de votos continua”.

O Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), liderado pelo Presidente angolano, João Lourenço, venceu as eleições gerais de Angola com 51,07%, seguido da União Nacional para Independência Total de Angola (UNITA) com 44,05% dos votos, divulgou na noite de quinta-feira a Comissão Nacional Eleitoral, quando estavam escrutinadas 97,3% das mesas de voto.

Os resultados provisórios foram divulgados pelo porta-voz da CNE, Lucas Quilundo, numa altura em estavam escrutinadas 97,3% das mesas de voto, pelo que não deverá haver alterações substanciais, adiantou.

A histórica Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), o Partido de Renovação Social e o estreante Partido Humanista de Angola, único liderado por uma mulher (Bela Malaquias), elegem dois deputados cada um e a coligação CASA-CE deixa de ter representação parlamentar.

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