Está no estrangeiro? Pode votar para as legislativas de 18 a 20 de janeiro

4 jan, 19:30
Eleições
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Lista de embaixadas e postos consulares já está disponível. Governo recordou as situações abrangidas por este voto antecipado

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Os eleitores recenseados em Portugal, mas que estão deslocados no estrangeiro de forma temporária, vão poder votar para as eleições legislativas de forma antecipada, entre os dias 18 e 20 de janeiro.

A informação foi prestada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros. Nos dias indicados, o direito de voto poderá ser exercido em embaixadas e postos consulares. A lista dos locais está já disponível, aqui.

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Este voto antecipado não está disponível para todos. O Governo concretiza que podem utilizá-lo portugueses que estejam em exercício de funções (ou seja, em trabalho), em representação oficial de uma seleção nacional de desporto, bem como estudantes, investigadores e docentes do ensino superior. À lista juntam-se os doentes em tratamento. Em todos os casos, os respetivos acompanhantes também poderão ir às urnas.

Para votar, será necessário apresentar um documento de identificação e indicar a freguesia onde está recenseado em Portugal. O eleitor receberá um boletim de voto e dois envelopes.

Após exercer o direito, o boletim de voto é colocado dentro de um envelope branco. Esse envelope é colocado, depois, dentro de um outro azul. Na mesa, será entregue no final uma vinheta a atestar a participação.

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Mais mesas em Portugal para voto antecipado

Em contexto de pandemia, o Governo anunciou que vai duplicar as mesas para o voto antecipado em mobilidade, a 23 de janeiro, domingo anterior à data das eleições. Ao todo, existirão 1303 mesas, mais 628 do que nas Presidenciais de 2021. As inscrições, para este modelo, acontecem entre 16 e 20 de janeiro.

Já entre 20 e 23 de janeiro, numa altura em que os especialistas preveem milhares de portugueses isolados devido à covid-19, poderão inscrever-se os eleitores a cumprir o confinamento obrigatório devido a esta doença, bem como aqueles que vivam em lares e instituições semelhantes. O voto será recolhido em casa por equipas próprias.

Os eleitores que contraiam a covid-19 após 23 de janeiro, naquela que será a última semana de campanha, ficam impedidos de votar. O Governo diz que nestes casos “não pode fazer nada”.

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