CGD fecha negócio para nova sede no Parque das Nações e muda-se em 2026

ECO - Parceiro CNN Portugal , Ana Petronilho
9 fev, 15:09
Caixa Geral de Depósitos (Teixeira Duarte)

CGD já assinou a escritura para a compra do edifício WellBe, onde vai instalar a sede, no Parque das Nações. Negócio foi fechado por um valor entre os 160 e os 170 milhões, sabe o ECO

A Caixa Geral de Depósitos assinou esta sexta-feira a escritura para a compra do edifício WellBe, no Parque das Nações, em Lisboa, onde vai instalar a sede em 2026, tal como avançou o ECO. O negócio foi fechado por um valor entre os 160 e os 170 milhões de euros.

Em comunicado, o banco público confirma que “formalizou hoje [sexta-feira] a aquisição do seu novo edifício Sede, localizado na Avenida Dom João II, no Parque das Nações, em Lisboa”.

O banco adiantou ainda que o “processo de mudança de instalações teve início em 2020, com a procura de instalações adequadas para os cerca de 2.500 colaboradores que trabalham nos serviços centrais”, mas a mudança efetiva para o novo edifício sede “deverá ocorrer durante o ano de 2026”. Nessa altura, as instalações na João XXI, serão ocupadas pelo Governo.

O ECO apurou ainda que estão em curso, pelo menos desde outubro, conversações para que o imóvel, em construção desde janeiro deste ano, seja adaptado às funcionalidades do banco. O WellBe é um dos vários projetos dos promotores belgas Atenor e Besix Red em Portugal e fica localizado na Avenida D. João II. As obras do edifício, que vai contar por 11 pisos com capacidade para 3.200 trabalhadores, devem ficar concluídas em 2025.

Com uma área total de 27.635 metros quadrados, além dos escritórios, o projeto do WellBe prevê espaços verdes, 1.240 metros quadrados destinados a lojas, 1.865 metros quadrados de terraços, a que se somam 267 lugares de estacionamento privado acrescidos de 129 lugares de estacionamento público, parque para bicicletas, duches e cacifos para os trabalhadores e ginásio.

Para a escolha da nova casa da CGD, o banco diz que ouviu os colaboradores que acabaram por ser envolvidos no processo de decisão, “tornando evidente a necessidade de escolher uma localização dotada de uma boa rede de transportes públicos, limitando a necessidade de recurso ao veículo privado para as suas deslocações para o trabalho”.

O WellBe também tinha despertado o interesse do Banco de Portugal, de acordo com as informações recolhidas pelo ECO, e há largos meses que o supervisor procura uma solução para instalar os trabalhadores que estão hoje na Rua Castilho e na Avenida Almirante Reis.

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