Pizzi: «Perder neste clube é sempre difícil, com um rival em casa é ainda mais duro»

7 dez 2021, 18:35

Médio na antevisão do jogo desta quarta-feira com o Dínamo Kiev

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Pizzi, jogador do Benfica, na antevisão do jogo desta quarta-feira, com o Dínamo Kiev, relativo à última jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões:

Expetativas para o jogo?

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- Esperamos sempre um jogo bastante complicado. Todas as equipas que estão na Champions têm qualidade, o Dínamo Kiev também já provou nos outros jogos que também tem qualidade. Tem bons jogadores, jogadores internacionais pela Ucrânia. Bateu-se muito bem contra o Bayern, Barcelona e também contra nós. Esperamos uma equipa muito forte defensivamente, forte nos duelos, mas queremos impor o nosso jogo, dar uma alegria aos adeptos e, oxalá, consigamos a qualificação para os oitavos de final, que é o nosso objetivo.

Derrota com o Sporting coloca maior pressão?

- Perder num clube como o Benfica é sempre difícil, perder um dérbi, em nossa casa, acaba por ser ainda mais duro. O bom para os jogadores é que, passados três dias, temos uma oportunidade de entrar já em campo e responder da melhor maneira com um bom jogo e com uma vitória, para darmos uma alegria aos adeptos. Eles deram-nos muita força no último jogo, apesar do resultado não ser o melhor para todos. Todos estão ficados, conscientes dos erros que cometemos no último jogo. Queremos dar a volta por cima.

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Yaremchuk deu dicas para este jogo?

- Já tivemos oportunidade no primeiro jogo do Yaremchuk nos dar algumas dicas. Mas, como já disse, temos a análise de todos os jogadores que vamos defrontar. O Dínamo Kiev tem muitos internacionais, na equipa titular são cinco ou seis que jogam na seleção ucraniana com muita qualidade.

Nesta altura da época passada o Pizzi já somava 14 jogos, esta época conta apenas oito. A chegada de João Mário tirou-lhe espaço na equipa?

- Obviamente que comparando os meus números com os anos anteriores, não estão a ser os números que gostaria de ter. Mas em relação à chegada de João Mário, acho que não tem a ver, ele está a jogar numa posição que não é a minha. Além disso, toda a gente conhece a qualidade do João Mário, se ficasse no banco por causa do João Mário ficaria, não com todo o gosto, mas seria bom. O mais importante é o jogador estar focado no treino, naquilo que pode controlar, depois esperar pela oportunidade. Seja 5, 10, 45 minutos, dar sempre o máximo. Para mim é um orgulho enorme representar este clube. Dos 27 jogadores que temos, nem todos podem jogar a titular. Só tenho de dar o meu melhor para quando for chamado corresponder às expetativas.

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