Batalhão Azov em Azovstal dirige-se a Zelensky: "Não será possível ajudarem-nos? Será que fomos esquecidos?"

8 mai, 16:49

O complexo siderúrgico Azovstal, em Mariupol, continua a ser atacado pelas forças russas, mas, numa altura em que já não há mulheres, crianças e idosos abrigados na fábrica, o Batalhão Azov, que ali continua escondido, recusa entregar-se ao inimigo, apelando à ajuda das autoridades nacionais e da comunidade internacional.

"Não veio nenhum governante nem nenhuma organização internacional ao terreno da fábrica. Estivermos praticamente sozinhos este tempo todo. Não sei porquê. Não será possível ajudarem-nos? Será que fomos esquecidos?", disse o comandante Svyatoslav Palamar.

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