Lonely Planet apresenta os melhores destinos para 2022

CNN , Lilit Marcus
21 nov, 23:13

Quase 50 anos depois, o império do guia de viagens Lonely Planet continua bem vivo

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Em 1973, o jovem casal britânico, Tony e Maureen Wheller, publicaram um guia chamado “Across Asia on The Cheap”. Mal sabiam eles que esse humilde guia seria os alicerces para uma marca mundial de viagens chamada Lonely Planet.

Enquanto grande parte do mundo reabre lentamente no seguimento da pandemia do coronavírus, muitos de nós já pensamos em viagens. Espera-se que 2022 seja um ano de reunião para famílias, de encontros entre entes queridos há muito distantes e deslocações em massa para pacotes de férias únicos.

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Já está à venda o livro “Best In Travel 2022” do Lonely Planet. Temos aqui alguns dos locais que eles consideram ser imperdíveis, desde as joias escondidas do deserto de Omã às águas azuis cristalinas do Belize.

Tom Hall, VP de Experiência do Lonely Planet, declarou: “Após um intervalo forçado, está na altura de tornar realidade aqueles planos de viagem adiados”. “Esta lista celebra o mundo em toda a sua cativante variedade”.

Este ano, o Lonely Planet destacou as suas 10 melhores cidades, regiões e países. Confira as listas.

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Os dez melhores países

10. Egito

É no Egito que ficam as Pirâmides de Gizé, uma das Sete Maravilhas do Mundo.

Mas “antigo” não é sinónimo de “enfadonho”. Apesar dos mais de 4500 anos de história, todos os anos se descobre mais coisas sobre estas maravilhas da arquitetura.

Um dos exemplos é a Pirâmide de Djoser, com 62 metros de altura, a mais antiga do grupo, que reabriu ao público no ano passado.

Jonathan Gregson/Lonely Planet

9. Malawi

Com apenas 118 mil quilómetros quadrados, o Malawi pode ser ofuscado pelos seus gigantes vizinhos, Moçambique e Tanzânia.

Mas o “Coração Quente de África” esconde alguns tesouros, sempre com menos turistas a competir pelo espaço ao largo do Lago Malawi, o novo maior lago do mundo.

O Malawi possui muitas das mesmas atrações pelas quais os seus primos africanos são adorados, como safaris com observação de elefantes, babuínos, hipopótamos e outros animais nos seus habitats naturais, tudo por uma fração do preço.

8. Nepal

É quase impossível falar do Nepal sem mencionar o Monte Evereste. Mas esta nação himalaia tem muito mais para oferecer a viajantes que não queiram escalar ao maior pico do mundo.

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Na região remota de Mustang (que significa planície fértil), os caminhantes podem explorar o deserto em altitude e conviver com os nativos em alojamentos pelo caminho, degustando especialidades Nepali como café com manteiga de iaque e momos ao estilo “kothey”, confecionados fritos e a vapor.

Justin Foulkes/Lonely Planet

7. Omã

Julga que só existem fiordes na Noruega? Mas não.

Em Musandam, Omã, na fronteira com o Estreito de Ormuz, as montanhas atingem os 2000 metros de altitude e criam um pano de fundo espetacular para estreitos cursos de água.

Mas Omã tem mais para oferecer. Na mesma viagem, pode ainda conhecer o “Empty Quarter”, um trecho de deserto onde Omã se cruza com Iémen, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos. Quatro países de uma só vez e nem precisa de levar casaco.

Anna Jedynak/Shutterstock

6. Anguila

Certo, Anguila é uma colónia britânica no estrangeiro e, tecnicamente, não é um país. No entanto, a belíssima ilha caribenha merece ser vista com atenção.

O cuidadoso plano de reabertura de Anguila levou-a a torna-se destino de eleição em janeiro para a colaboradora da CNN, Hannah Seligson, e seus filhos.

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Ela delirou com as águas verde-azuladas, as 33 praias públicas, as temperaturas de 27 °C, os incríveis hotéis e alimentação, para além da sua abordagem responsável para com a saúde pública em plena pandemia.

5. Eslovénia

Um dos muitos destinos populares da Europa de leste, a Eslovénia podia perder-se na confusão. Mas isso era antes. O colaborador da CNN, Chris Dwyer, descreve-a como não sendo balcã, nem mediterrânica, nem alpina. A Eslovénia é um misto das três coisas, com o seu toque característico.

Devido à pequena área, o país pode ser visitado pelos turistas num curto espaço de tempo, passando do deslumbrante Lago Bled à agitada capital de Liubliana.

Não chamou a atenção apenas ao Lonely Planet. Este ano, sete restaurantes eslovenos foram premiados com estrelas Michelin.

4. Belize

Quer explorar ruínas Maias, nadar em águas azuis e observar uma incrível vida selvagem? O Belize tem isso e muito mais, acessível por voos diretos a parte de muitas cidades norte-americanas.

Se está à espera que a Austrália reabra as fronteiras, experimente ir ao Belize. A sua reserva de recifes de coral é considerada Património Mundial da UNESCO e é deslumbrante. E os viajantes americanos não têm de se preocupar com o jet-lag.

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Para além disso, os menos desenrascados gostarão de saber que a língua oficial do Belize é o inglês.

3. Maurícias

A frase mais pesquisada no Google sobre o paraíso das Maurícias é: “Onde ficam as Maurícias?” Nós respondemos: situam-se no Oceano Índico, cerca de 1120 quilómetros a leste de Madagáscar.

Agora que sabe onde se situa, damos-lhe alguns motivos para visitar este subestimado refúgio africano, cortesia do colaborador da CNN, Tony Smart: é habitada por um povo multirracial e pacífico, possui excelentes campos de golfe, uma vasta gama de desportos aquáticos, caminhadas na montanha, caça, observação de aves, resorts luxuosos, uma capital colonial antiga, comida fantástica, hotéis de três e quatro estrelas, um dos melhores jardins botânicos do mundo, divertida vida noturna, lindíssimos bares de praia, locais de Património Mundial da UNESCO, uma das mais antigas pistas de corridas de cavalos e excelentes vistas.

Nick Fox/Alamy

2. Noruega

A Noruega está invariavelmente presença na lista dos países mais felizes do mundo. Mas qual é o segredo? A CNN perguntou a opinião a dois membros da realeza local, o Príncipe Herdeiro Haakon e a Princesa Herdeira Mette-Marit.

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Mette-Marit respondeu: “Adoramos andar na natureza. Não é aceitável estar numa casa norueguesa num domingo e não ir dar um passeio na floresta.”

Se quiser canalizar essa energia pacífica, rume até Bøkeskogen, a floresta de faia mais a norte do mundo. Fica a duas horas da capital, Oslo, pelo que poderá facilmente visitar cidade de campo no mesmo dia.

1. Ilhas Cook

Curiosidade: a Air New Zealand só opera um voo a partir dos EUA que não vai para a Nova Zelândia. Liga Los Angeles a Rarotonga, capital das Ilhas Cook e refúgio para alguns dos mais magníficos sítios do planeta.

Este grupo de 15 ilhas no Pacífico Sul encontrava-se no topo da lista de desejos de muitos dos colaboradores do Lonely Planet para 2022 e diante.

O que tem para oferecer? Desportos aquáticos como snorkel, mergulho e pesca, não esquecendo a visita à comunidade nativa dos Maori na Te Vara Nui Village.

 

Está a contemplar escolher uma cidade ou região para a sua próxima viagem? Fique com as restantes escolhas do Lonely Planet para 2022.

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10 melhores regiões

  1. Westfjords, Islândia
  2. West Virginia, EUA
  3. Xishuangbanna, China
  4. Kent's Heritage Coast, Reino Unido
  5. Porto Rico, EUA
  6. Shikoku, Japão
  7. Deserto de Atacama, Chile
  8. The Scenic Rim, Austrália
  9. Ilha de Vancouver, Canadá
  10. Borgonha, França

10 melhores cidades

  1. Auckland, Nova Zelândia
  2. Taipei, Taiwan
  3. Friburgo, Alemanha
  4. Atlanta, EUA
  5. Lagos, Nigéria
  6. Nicósia/Lefkosia, Chipre
  7. Dublin, Irlanda
  8. Mérida, México
  9. Florença, Itália
  10. Gyeongju, Coreia do Sul

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