Vítor Bruno: «É o Cláudio Ramos que nos dá a vitória, o golo é dele»

15 dez 2021, 23:31
Taça da Liga: FC Porto-Rio Ave (Lusa)

Taça da Liga: FC POrto-Rio Ave, 1-0 (reportagem)

Vítor Bruno, adjunto de Sérgio Conceição (castigado), em declarações à Sport TV, depois da vitória do FC Porto sobre o Rio Ave (1-0), no Estádio do Dragão, em jogo da última jornada da fase de grupos da Taça da Liga:

[O FC Porto já não podia chegar à Final Four, mas a equipa conseguiu honrar o símbolo?]

- Sim, conseguiu. Uma primeira parte em que controlámos o jogo na totalidade, confesso que de uma forma algo previsível, a adulterar um pouco o que é o nosso ADN. Fomos pouco verticais, pouco contundentes no ataque à baliza, mas ainda assim criámos três ou quatro oportunidades. Ao intervalo falámos, os jogadores foram inteligentes em perceber que quantos menos munições deixarem do lado do treinador, mais ambições podem ter para ter uma oportunidade no futuro. A segunda parte foi diferente, fomos à procura do golo, num contexto e num ambiente que não eram muito apelativos. Não ficámos contentes, era um jogo com pouco significado, mas a segunda parte é nossa e o golo acaba por surgir numa transição que nos encaixa que nem uma luva, num lance em que o Rio Ave até podia ter marcado.

[Continua a malapata do FC Porto na Taça da Liga…]

- Não tem a ver com a malapata, as malapatas servem para se quebrarem. Há momentos, há ciclos, há contextos. Temos um registo abonatório a nosso favor, é a primeira vez que não estamos na fase final. É uma competição que nos deixa com mágoa por não conseguirmos contribuir com mais um troféu para o nosso museu.

[Foi a Cláudio Ramos e de outros jovens da equipa B]

- Antes de falar nos jovens, vou falar no Cláudio porque parece-me importante. As nossas raízes mais fortes estão edificadas no conceito de equipa, mas o Cláudio é um profissional de mão cheia. Sempre dedicado, virado para o trabalho, sempre com um sorriso. É essa mentalidade que ele tem. É ele que nos dá a vitória, o golo é dele. Em relação aos jovens, é importante que eles percebam que o futebol não é um mar de facilidades. É importante que percebam que, num contexto mais difícil, há outras dificuldades e que amanhã, quando voltarem à equipa B, o mundo não acaba. Seja na equipa B ou na equipa A, tudo depende deles, da forma como são profissionais.»

[O Vítor Bruno substituiu Sérgio Conceição pela quinta vez e somou a quinta vitória nessa condição]

- É uma coincidência, fico feliz por isso, mas todos queremos ganhar. É uma não-questão. Os jogadores olham para o banco e vêm uma pessoa diferente, mas o plano de jogo estava traçado. O que foi acontecendo estava preparado. Queríamos olhar para o jogo de domingo como principal prioridade, mas obrigámos alguns jogadores a fazerem minutos a mais e amanhã isso vai condicionar o nosso trabalho no Olival.

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