Já é conhecido o resultado da autópsia à alpaca Geronimo, que comoveu os britânicos

10 dez 2021, 19:42

Animal tinha tuberculose bovina, mas governo britânico lamenta que não se saiba como foi feito o contágio

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Geronimo, a alpaca que comoveu os britânicos, depois da luta da sua dona para que não fosse abatida, tinha "lesões consistentes com a tuberculose bovina", garante o governo, que divulgou esta sexta-feira o resultado da autópsia.

O DEFRA, sigla em inglês do Departamento de Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais, reconhece que "não foi possível cultivar bactérias a partir das amostras de tecido colhidas”, mas isso não quer dizer, defendeu o ministério, que o animal não tivesse a doença infetocontagiosa, responsável pelo abate de milhares de cabeças de gado no país.

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"Isto não significa que o animal estava livre de infeção por TB [tuberculose bovina], porque ele já tinha testado positivo por duas vezes em testes altamente específicos, validados e confiáveis”, argumenta-se no relatório.

O governo lamentou, por outro lado, que "não tenha sido possível" compreender como a alpaca apanhou a doença.

“Devido à complexidade da doença, testes adicionais não nos permitiram usar o sequenciamento completo do genoma para tentar entender como o animal foi infetado", informa, ainda, o relatório da autópsia.

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Geronimo, uma alpaca de raça pura da Nova Zelândia, foi abatida em agosto depois de ter testado positivo, em duas ocasiões, para a tuberculose bovina, testes que a sua dona, Helen Macdonald, alegou terem sido falsos positivos.

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