Modelo brasileira impedida de embarcar em voo por ser "demasiado gorda"

PP
25 nov 2022, 16:29
Juliana Nehme

Juliana Nehme está retida no Líbano e tem relatado pelas redes sociais o que lhe está a acontecer

Juliana Nehme é uma modelo brasileira "plus size" e também influenciadora digital. Mas agora é notícia por ter sido impedida de embarcar num voo da Qatar Airways por ser considerada "demasiado gorda", escreve a CNN Brasil. Juliana Nehme está, neste momento, retida no Líbano e tem relatado pelas redes sociais tudo o que lhe está a acontecer.

Tudo terá acontecido na passada terça-feira, dia 22 de novembro, quando pretendia realizar um voo para São Paulo, no Brasil. De acordo com a CNN Brasil e as redes sociais da modelo, uma comissária de bordo disse-lhe que não podia embarcar por ser "demasiado gorda".

Juliana explicou também que a companhia aérea lhe fez saber que teria de comprar um bilhete mais caro, em executiva, ou dois bilhetes juntos (em classe económica) se quisesse seguir viagem - além de pagar uma multa por não ter embarcado na data e hora do voo.

Nos vídeos que divulga a modelo revela a sua estupefacção: “A aeromoça da Qatar disse que eu não posso embarcar porque eu sou muito gorda e não tenho direito a essa passagem. Estamos eu, a minha mãe, a minha irmã e o meu sobrinho. Nós pagamos 4 mil dólares por essas passagens. Agora, ela simplesmente se nega a dar as passagens e a me deixar embarcar no voo para Doha e de lá para São Paulo porque sou gorda. O que eu vou fazer?”, desabafa num desses vídeos.

A modelo brasileira está no Líbano e ia fazer um voo de ligação a Doha, no Catar e depois seguir para São Paulo.

Segundo a CNN Brasil, Juliana Nehme está a ser acompanhada pela embaixada do Brasil e continua à espera de uma solução para poder regressar ao Brasil. Oficialmente foi feita uma confirmação disso mesmo: “O Ministério das Relações Exteriores, por meio da Embaixada do Brasil em Beirute, está em contato com a nacional e presta a assistência cabível à cidadã brasileira, em conformidade com os tratados internacionais vigentes”.

A CNN Brasil escreve ainda que tentou obter esclarecimentos junto da Qatar Airways, mas não obteve qualquer resposta da companhia aérea.

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