Sp. Braga-Belenenses, 1-0 (destaques)

André Cruz , Estádio Municipal de Braga, Braga
19 dez 2021, 23:03
Francisco Moura abriu o marcador do Sp. Braga-Belenenses aos 43 segundos (Hugo Delgado/Lusa)
Francisco Moura abriu o marcador do Sp. Braga-Belenenses aos 43 segundos (Hugo Delgado/Lusa)

Francisco, rei da Moura(lha) de Braga

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FIGURA: Francisco Moura

A atacar ou a defender, esteve sempre bem. Depois de ter sido um dos melhores elementos do Sp. Braga no Dragão, voltou a apresentar-se em excelente nível. Foi fundamental na pressão aos defesas do Belenenses na primeira parte, tirou vários cruzamentos perigosos e ainda ficou perto do segundo golo. Vitinha tem sido o nome mais badalado nas últimas semanas, mas na Pedreira mora outra jóia da formação.

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MOMENTO: golo madrugador bastou (1min)

O único golo do encontro, marcado logo aos 43 segundos, dita a história do jogo. Uma bela jogada de envolvimento e finalizada de forma irrepreensível, trouxe confiança para uma boa primeira parte minhota, mas a segunda jogou-se com muito nervosismo.

OUTROS DESTAQUES

Yan Couto

É, certamente, raro o jogo em que não é um dos melhores da equipa. Tem argumentos técnicos que, por vezes, o levam a exceder-se, mas é decisivo em vários momentos. Na velocidade, na finta, no cruzamento ou no duelo individual, Nilton Varela viu-se com muitas dificuldades para o travar.

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Diogo Leite

Não foi o seu melhor jogo da carreira, nem sequer ao serviço do Sp. Braga, mas depois dos erros e críticas recebidas após o desaire no Bessa, este era um teste ao jovem central. E passou-o. Controlou a profundidade, não saiu fora de posição e ainda penetrou no ataque por algumas vezes.

Abel Ruiz

Esteve poucos minutos em campo, mas criou bastante perigo. Luiz Felipe negou-lhe o golo numa ocasião e, depois, o festejo esbarrou no poste. Na ausência de Vitinha, mostrou a Carvalhal que é ele quem merece ser opção para a frente de ataque.

Luiz Felipe

 

Na primeira parte não esteve muito em jogo, até porque os remates do Sp. Braga saíram quase todos ao lado do alvo. Mas, no segundo tempo, negou dois golos. Primeiro, com uma excelente «mancha» a Abel Ruiz e, depois, a esticar-se bem após remate de Chiquinho. Foi decisivo para que o marcador não voltasse a mexer após o primeiro minuto.

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