opinião

A Rainha

30 mai, 07:00

Notas Soltas

Há pessoas especiais. Há pessoas que têm histórias de vida singulares. Há pessoas que lutaram. Umas encararam o fracasso. Outras encararam o triunfo. E há as pessoas que estão ligadas a instituições com séculos de História. É o caso de Isabel II. É conhecida em todo o mundo pela "Rainha". É a mulher que há 70 anos dirige a monarquia Britânica e a igreja Anglicana. É a rainha dos países da Commonwealth - A Comunidade dos países de influência Britânica.

Isabel II nunca imaginou ser Rainha tão jovem. Há uma notável particularidade: casou por amor com Filipe. Esteve a seu lado em Malta. Foram felizes durante toda a vida, apesar de ele não ter podido dar o seu apelido de ascendência germânica aos filhos. Mas Filipe compreendeu, assim como Isabel compreendeu os "deslizes" do marido. O casamento resistiu a Tudo e a Todos. E dessa união, nasceram quatro filhos. Muitos espinhos surgiram pelo caminho, mas Isabel sempre os superou com mais ou menos estoicidade, com mais ou menos dor. Sabemos que os reis sofrem em silêncio e não lhes vemos lágrimas a correr pelo rosto. São de ferro? Não. São seres humanos, mas que nasceram com uma missão. E a missão de Isabel II foi honrar e cumprir as tradições da monarquia com séculos de existência. Mesmo quando em criança prometeu à única irmã, Margarida, que nada faria contra a sua vontade. Mas fez. Teve de o fazer e Margarida não pode casar com o homem que amava. Da Rainha escreverei nos próximos dias. Porque ela é a Rainha.

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