Portugal vai cumprir "metas orçamentais" com "contas certas, sem derrapagens"

23 dez 2021, 12:20

João Leão assegurou que "podemos enfrentar o futuro com confiança" e que os dados esta quinta-feira divulgados assentam "na forte recuperação da economia e do emprego" que neste trimestre atingiu "o valor mais alto da última década"

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Depois de ter sido divulgado que o défice a 12 meses diminui para 3,9% do PIB até setembro, o ministro das Finanças veio dizer, em conferência de imprensa, que Portugal vai "cumprir as metas orçamentais", tudo graças às "contas certas, sem derrapagens" do Governo. 

"Estes dados permitem-nos, desde já, garantir que no conjunto do ano de 2021, Portugal vai, mais uma vez, cumprir as metas orçamentais com que nos comprometemos aos portugueses e assegurar uma redução do défice orçamental para 4,3% do PIB", disse. 

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João Leão referiu que a despesa pública vai ficar "na linha do previsto" no Orçamento do Estado para 2022 e que estes números "muito positivos" que Portugal apresenta das finanças públicas são resultado de seis anos de "contas certas, sem derrapagens". 

"Vamos cumprir pelo sexto ano consecutivo as metas orçamentais definidas. É uma tradição nova que introduzimos nas finanças públicas portuguesas desde que aqui chegámos em 2016. De contas certas, sem derrapagens". 

Realçou que é importante "manter uma política orçamental ágil e flexível" para enfrentar as medidas necessárias devido à covid-19. "Podemos enfrentar o futuro com confiança", assegurou. 

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O governante estacou que estas dados assentam "na forte recuperação da economia e do emprego, que atingiu neste trimestre o valor mais alto da última década". 

Ministro confirma injeção de 530 milhões na TAP

João Leão confirmou que vão ser injetados, na próxima semana, mais cerca de 530 milhões de euros na TAP. Valor que já estava previsto antes do chumbo do Orçamento do Estado. 

"Vamos agora, na próxima semana, injetar mais cerca 53 milhões de euros na TAP, que ajudam a justificar porque é que o desempenho das contas públicas vai ser diferente do quarto trimestre", explicou, dizendo que isso não vai influenciar a meta dos 4,3% do PIB.

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