Anita Pointer, das Pointer Sisters, morre aos 74 anos

1 jan, 13:21
Anita Pointer, das Pointer Sisters, morre aos 74 anos (Foto: Phil McCarten/AP)

Cantora das Pointer Sisters foi vítima de cancro. Resta agora apenas uma das irmãs da formação original da banda, que venceu vários prémios Grammy

Anita Pointer, uma das quatro irmãs da formação original da banda Pointer Sisters, morreu de cancro aos 74 anos. A notícia foi divulgada pelo agente da artista que, juntamente com as irmãs, celebrizou temas de pop, country ou R&B como "Fire" ou "I'm So Excited".

Em comunicado, a família lamentou a morte da cantora, que aconteceu na sua casa de Beverly Hills, a 31 de dezembro: "Ainda que estejamos profundamente tristes com a perda de Anita, estamos confortados por saber que ela está agora com a filha Jada e as irmãs June e Bonnie estão em paz. Foi ela quem nos manteve a todos próximos por tanto tempo. O seu amor pela nossa família viverá em cada um de nós", lê-se na declaração, citada pela imprensa internacional. 

Anita Pointer era a segunda mais velha de quatro irmãs, todas cantoras. As primeiras que começaram a atuar de forma profissional foram June e Bonnie, em 1969, a quem se juntou depois Anita, que deixou o seu trabalho como secretária. A quarta irmã, Ruth, viria a juntar-se mais tarde ao grupo, que passou ao quarteto conhecido como Pointer Sisters. 

Todas as irmãs aprenderam a cantar quando eram crianças, no coro da igreja do pai, que era pastor em Oakland, no estado norte-americano da Califórnia. Lançaram o primeiro álbum em 1973, mas os grandes êxitos chegaram mais tarde, com "Fire", em 1978, "He's So Shy", em 1980, ou I’m So Excited, em 1982. Venceram vários prémios Grammy, sobretudo na década de 80 do século passado. 

 

Ruth é a única, da formação original, que ainda está viva. A filha de Anita Pointer, Jada, morreu em 2003, deixando também uma filha, Roxie McKain Pointer, que foi criada pela avó. 

Nos últimos anos, as Pointer Sisters continuaram a atuar, com Ruth a cantar ao lado da filha Issa e da neta Sadako, refere o The Guardian.

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