Ataques em Zaporizhzhia: "A equipa sabe dos riscos, mas decidiu continuar a missão"

1 set, 09:44

Tiago Ferreira Lopes, professor de diplomacia, explica na CNN Portugal que os ataques de que a missão da Agência Internacional de Energia Atómica (AEIA) está a ser alvo passam sobretudo uma "mensagem de descoordenação entre os decisores políticos que aceitaram esta visita e aquilo que se passa no terreno". "O que se passa é que os acordos políticos que são estabelecidos nas capitais muitas vezes demoram a traduzir-se em mudanças concretas no terreno", diz o especialista. "Esta visita foi acordada entre ambas as partes mas, na prática, está a ser atacada."
"Será importante ver se até ao final do dia de hoje os peritos vão conseguir ou não entrar na central nuclear de Zaporizhzhia", afirma Tiago Ferreira Lopes. "Grossi disse logo de manhã que a equipa sabe dos riscos mas decidiu continuar a missão."

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