Luís: um é pouco, dois é bom, três não é demais

3 abr 2023, 14:31
Luís Neto no Sporting-Santa Clara (Gualter Fatia/Getty Images)

«DRIBLE DA VACA» - Opinião

Dono de um maravilhoso e sedoso cabelo muito bem penteado, o comentarista Luís Catarino saiu da mesmice e entregou para outro Luís, o Neto, o prêmio de homem do jogo - e que homem! - na vitória do Sporting por 3 a 0 em cima do Santa Clara.

No auge da juventude e forma física, os garotões estilosos Francisco Trincão e Marcus Edwards até foram os melhores diante dos açorianos, mas prevaleceu a sensibilidade na hora de destacar aquele que tem sofrido com constantes lesões durante a temporada.

A idade e a robustez chegam para todos(as). Ainda sem os naturais braços flácidos, mas com muito ginásio por trás, o experiente central entrou na gala (em campo) aos 69 minutos em Alvalade e ajudou a garantir mais um importante triunfo leonino.

Perto de completar 35 anos, Neto corre por fora na busca pela titularidade. Os esbeltos Matheus Reis, Gonçalo Inácio, St. Juste e Diomande entregam muito mais. Mas isso não significa que o camisa 13 da barba perfeita não tenha um papel significativo no plantel.

Luís Neto sempre foi muito profissional. Um defensor fiável. Raramente compromete. Hoje, mais do que nunca e com muito, muito sacrifício, é um dos principais líderes de um grupo repleto de jovens com a silhueta perfeita, comandado pelo charmoso e sorridente Rúben Amorim.

Viu, Alexandre Pais, como uma crônica sobre aparência e gênero é desnecessária e estúpida? Vale, inclusive, até mesmo para quando o texto é de exaltação. Já deveríamos estar carecas de saber...

* Bruno Andrade escreve a sua opinião em Português do Brasil

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