Roma contra Superliga: «Há coisas mais importantes do que dinheiro»

20 abr 2021, 16:53
Roma festeja o golo de Pellegrini, que deu o 1-1 ante o Ajax (Peter de Jong/AP)

Clube italiano opõe-se «veementemente a este sistema fechado»

A Roma, clube treinado pelo português Paulo Fonseca, mostrou-se esta terça-feira contra a criação da Superliga Europeia de futebol, considerando que há coisas mais importantes do que o dinheiro, como os adeptos.

«Algumas coisas são mais importantes do que dinheiro e nós continuamos firmemente comprometidos com o futebol italiano, a nível interno, e em competições europeias abertas e justas. Esperamos continuar a trabalhar com a série A, a federação italiana, a Associação de Clubes Europeus e com a UEFA, para o crescimento e desenvolvimento do futebol em Itália e no mundo», expressou o clube transalpino, em comunicado.

«A Roma opõe-se veementemente a este sistema fechado, uma vez que vai contra o espírito de jogo que todos amamos», lê-se ainda na nota do clube que tem o também português Tiago Pinto na estrutura, como diretor-desportivo.

O atual sétimo classificado da primeira liga italiana conclui dizendo que «os adeptos e o futebol de formação são o centro do futebol e nunca devem ser esquecidos».

Também em Itália, esta terça-feira, o treinador do Sassuolo, foi protagonista de uma forte ideia contra a Superliga, dizendo que não quer ir a jogo com o Milan (um dos 12 clubes integrados no anúncio da criação da prova), marcado para as 17h30 de quarta-feira. Deixou ainda duras críticas à atuação dos clubes fundadores.

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