Alec Baldwin alvo de mandado de apreensão de telemóvel após disparo fatal durante gravação de "Rust"

16 dez 2021, 23:46
Polícia investiga morte de diretora de fotografia durante gravações de filme
Polícia investiga morte de diretora de fotografia durante gravações de filme

Autoridades acreditam que telemóvel pode conter provas importantes para a investigação do caso

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Um tribunal da cidade de Santa Fé, nos Estados Unidos, autorizou esta quinta-feira um mandado de apreensão ao telemóvel de Alec Baldwin, na sequência do disparo que vitimou a diretora de fotografia Halyna Hutchins e feriu o diretor de cinema Joel Souza, durante as gravações do filme Rust.

O Departamento de Polícia de Santa Fé afirma que o telemóvel de Baldwin pode conter provas importantes para a investigação do caso. O mandado foi autorizado por um juiz do Novo México, cujo nome não foi divulgado.

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Alec Baldwin já tinha reagido ao incidente. Pela primeira vez frente às câmaras, o ator sublinhou que o "gatilho não foi premido. Eu não premi o gatilho”. Interrogado sobre o porquê de uma bala real estar presente no contexto das gravações, Baldwin disse não fazer a mínima ideia.

Alguém pôs uma bala verdadeira na arma, uma bala que nem sequer devia estar naquela propriedade”, afirmou, em entrevista ao canal ABC News.

Já a guionista do filme, Mamie Mitchell, que alertou as autoridades logo após o disparo, avançou com um processo contra o ator e os produtores do filme, alegando negligência do protocolo de segurança nas filmagens.

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Citada pela Sky News, a advogada de Mitchell, Gloria Allred, argumentou que Baldwin, um "veterano na indústria", não deveria ter confiado numa arma que tinha acabado de lhe ser entregue pelo realizador assistente, quando tal deveria ter sido feito pelas mãos do armeiro.

O senhor Baldwin escolheu jogar à roleta russa no momento em que disparou uma bala sem confirmar se estaria ou não carregada", declarou a advogada, perante os jornalistas.

"O comportamento de Baldwin e dos produtores de Rust foi imprudente", acrescentou.

Entre as negligências ao protocolo de segurança nomeadas pela guionista, a advogada destacou a permissão de ter munições reais durante as filmagens, bem como deixar armas e munições sem vigilância, que eram manuseadas por outras pessoas além do armeiro.

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