Rui Rio não quer casar com o Chega, André Ventura não quer segurar a vela a um governo PSD. O debate em três minutos

Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade Fernando Pessoa, no Porto. Depois de três anos como repórter multimédia no Jornal de Notícias deixou a cidade onde nasceu para trás, iniciando uma desafiante viagem até ao centro-sul do país, onde pretende dar continuidade ao seu trabalho. Aos 26 anos procura inserir a sua marca no universo digital da CNN portuguesa. Mulher de causas, usa a voz para combater a desinformação e o inconformismo, e conta com a ajuda de dois braços direitos: a caneta e a câmara de filmar.
4 jan, 02:05

O presidente do Chega entrou no debate com o líder social-democrata sem perceber o afastamento dos dois partidos: “afinal, qual é o radicalismo do Chega?”, perguntou André Ventura vezes sem conta. Rui Rio explicou que, ao contrário do Chega, não quer mudar o regime, mas apenas abaná-lo; também não defende a prisão perpétua, a não ser com possibilidade de revisão de pena; e não quer acabar com prestações sociais nenhumas, apenas melhorar a fiscalização.

Para que tudo ficasse claro, Rui Rio sublinhou que não aceitará formar Governo com ministros do Chega. Sem casamento à vista, André Ventura lamentou que o PSD preferisse “meter-se nos braços do Partido Socialista”. E ainda arriscou uma união por conveniência: “Isto não é o programa ‘Quem quer casar com o agricultor?', é um programa para formar um governo”.

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