O estranho momento do elefante de peluche no debate dos partidos sem assento parlamentar

18 jan, 21:48

Bruno Fialho, do ADN, participou no debate a partir de casa porque, disse, que se recusou a fazer o teste covid para entrar no estúdio - considera tratar-se de uma "medida ilegal". Depois protagonizou um estranho momento.

O ADN, Alternativa Democrática Nacional, é o sucessor do Partido Democrático Republicano de Marinho e Pinto. Apresenta-se como uma "lufada de ar fresco" para os eleitores e quer "dar força à classe média, que é a única que permite o desenvolvimento do país", disse Bruno Fialho à Lusa.

Entre as medidas que o ADN defende estão o aumento dos salários, o alargamento da licença de parentalidade para o mínimo de um ano, um justiça tendencialmente gratuita, a exclusividade dos médicos do SNS e a transferência "de serviços para privados, nomeadamente a nível autárquico".

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