A NATO aos 75 anos: O futuro da Aliança Atlântica passa pela Casa Branca

3 abr, 23:23

Foi dia 4 de abril de 1949 que 12 representantes de Governos ocidentais assinaram o chamado Tratado do Atlântico Norte, em Washington DC. O Portugal do Estado Novo foi membro fundador, privilegiado pela posição estratégica, no Atlântico Norte.

Mais de sete décadas depois, a organização, criada para proteger a Europa de agressões externas, procura redefinir-se. O muro de Berlim caiu em 1989. À reunificação da Alemanha sucedeu-se o colapso da União Soviética, em 1991, pelo que a Guerra Fria acabou. A posterior expansão a leste incomodou Moscovo, que não duvidou em invadir mais do que um Estado soberano considerado parte da sua esfera de influência.

No contexto da guerra na Ucrânia, Suécia e Finlândia juntam-se à Aliança. Mas o futuro da NATO pode ser complicado se Donald Trump voltar à Casa Branca em novembro deste ano. O líder Republicano diz que os Estados Unidos gastam demasiado dinheiro com a Aliança, sendo, ao mesmo tempo, o país que menos beneficia com a sua existência.

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