Há mais 142 unidades de saúde familiar do que em 2015, anuncia Marta Temido

19 nov, 12:07
Marta Temido
Marta Temido

Ministra da Saúde explicou, na Assembleia da República, que o SNS "não deixa ninguém à porta”

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A ministra da Saúde, Marta Temido, anunciou esta sexta-feira que o Governo autorizou mais 20 unidades de saúde familiar a passar para modelo B, num total de 40 este ano.

A governante, que falava no parlamento durante a interpelação ao Governo sobre Saúde, pedida pelo PSD, adiantou que há mais 142 unidades de saúde familiar do que em 2015.

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Insistiu que o Governo recrutou mais profissionais de saúde, que o saldo líquido é de 852 médicos de família face a dezembro de 2015 e que, no total, foram recrutados mais 148 mil trabalhadores na área da Saúde, dos quais cerca de 4.000 médicos.

A governante lembrou, contudo, que há mais inscritos no Serviço Nacional de Saúde - mais 388 mil, dos quais 138 mil este ano.

É a imagem de um SNS [Serviço Nacional de Saúde] que não deixa ninguém à porta”, afirmou.

A ministra afirmou que o SNS registou em setembro um aumento na atividade assistencial e que os níveis já são equiparados aos pré-pandemia, frisando que, com a adesão dos profissionais de saúde ao regime extra de incentivos para recuperação da atividade foi possível realizar mais 113 mil consultas e mais 55 mil cirurgias.

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Anunciou ainda que este regime de incentivos extra foi prorrogado para 2022.

Marta Temido disse ainda que o número de inscrições de utentes em listas de espera para consultas e cirurgias “se alinha com os números de 2019”, que houve mais de 79% de consultas hospitalares referenciadas pelos cuidados de saúde primários e mais 70% de cirurgias que cumpriram os tempos máximos de resposta garantidos.

Na área oncológica, adiantou, houve um aumento de 20 por cento de doentes operados face a 2019 e que os rastreios de base populacional no SNS recuperaram.

A ministra disse ainda que, no futuro, a aprovação do projeto do estatuto do SNS “abrirá caminho à negociação do regime de dedicação plena, devolverá autonomia na contratação aos hospitais” e dará também mais autonomia à administrações regionais de saúde.

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