"Temos fundamentalmente que procurar a verdade disto". Advogado de João Carreira acredita que jovem não ia fazer o ataque

18 out, 11:21

O aluno da Universidade de Lisboa que foi preso em fevereiro por planear um massacre na instituição académica, começa a ser julgado esta terça-feira por suspeitas de terrorismo. Bestas e facas foram encontradas no quarto de João Carreira em fevereiro, que confessou ter planeado matar e ser morto. 

"Temos na frente um jovem de 18 a quem eu quero garantir um futuro com alguma estabilidade". diz o advogado do jovem, que pede um julgamento à porta fechada. "Acho que devemos dar uma oportunidade e não o marcar com um carimbo para a toda a vida". À entrada do Campus de Justiça, Jorge Pragana explica aos jornalistas que "muitas vezes a vida não é feita, nem de branco, nem de preto. Às vezes a verdade está no meio", e admite que, "depois deste tempo todo", não considera que o ataque fosse acontecer. 

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