Primeiro o gás, agora a energia através de Zaporizhzhia. Ações da Rússia podem ser “uma represália”

3 set, 22:50

Liliana Reis, diretora do curso de Relações Internacionais da Universidade Lusófona, considera que a ameaça de corte por parte da Gazprom “pode ter a leitura de uma represália”, pois “surge depois da União Europeia anunciar medidas para a limitação do preço do gás” e depois do G7 ter também “alargado esta limitação ao petróleo”. E o mesmo acontece com o anúncio feito este sábado pela Rússia e que dá conta que a central nuclear de Zaporizhzhia deixa de fornecer eletricidade aos territórios controlados pela Ucrânia.

Apesar de a Rússia estar a mandar sinais claros de resposta às medidas do Ocidente, a especialista destaca que a “União Europeia já disse que tem capacidade para resistir a estas represálias, até perante um corte total”.

 

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