Miguel Alves defende legalidade de pagamento adiantado de renda de edifício ainda por construir

6 nov, 13:31

O secretário-ajunto do primeiro-ministro diz que só é arguido por suspeitas de prevaricação e outros crimes, por ser membro do governo. 
Miguel Alves, que foi presidente da câmara de Caminha, defende a legalidade do processo em que  a autarquia pagou adiantados 300 mil euros de renda do centro de exposições que ainda nem está construído. 

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