"Eu quero uma morte digna porque não quero chegar a um ponto de sofrimento". Joana Silva tem 41 anos e é portadora de uma doença que a vai deixar incapacitada

9 dez 2022, 22:10

A lei que descriminaliza, em certas condições, a morte medicamente assistida foi aprovada em votação final global, esta sexta-feira, no Parlamento. 

Este passo era esperado há muito por quem sofre de uma doença incurável. É o caso de Joana Silva. Sofre de uma doença degenerativa e luta há anos pela despenalização da eutanásia.

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