Embrace the future

The world as we want it to be

21 novembro 2022

Myriad Crystal Center, Lisboa

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Roberta Metsola e Bob Woodward na primeira CNN Portugal International Summit

No dia 21 de novembro vai ser possível estar frente a frente com Bob Woodward na primeira CNN Portugal International Summit. 

Uma conferência internacional que reúne algumas das mais influentes vozes da atualidade para analisar a nova ordem geopolítica e económica, resultante da guerra da Ucrânia. 

"É uma conferência que pretende celebrar o primeiro aniversário da CNN em Portugal e para a qual convidámos oradores nacionais e internacionais de grande calibre", diz Pedro Morais Leitão, CEO da Media Capital. 

Entre os internacionais, destaque para Roberta Metsola, presidente do Parlamento Europeu, e Bob Woodward, "o jornalista que ajudou a identificar os problemas que levaram à queda do presidente Nixon", realça Morais Leitão.

O governador do Banco de Portugal, Mário Centeno, o ministro das Finanças, Fernando Medina, e o presidente da câmara municipal de Lisboa também estão confirmados. 

Richard Quest, jornalista da CNN, é outro dos convidados da conferência "Embrace the Future: The World as We Want it To Be". 

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Nesta edição

Boris Johnson em Lisboa a convite da CNN Portugal

Foi o primeiro chefe de governo a deslocar-se à Ucrânia depois da invasão russa, onde haveria de voltar mais duas vezes — e, com isso, criar uma amizade com o presidente Volodymyr Zelenksy. Boris Johnson tem sido, ao longo deste ano, uma das vozes mais audíveis na condenação de Vladimir Putin e sobre as consequências da guerra, sejam económicas, políticas ou de segurança para a Europa.

Zelensky chamou-lhe “um grande amigo da Ucrânia” e chegou mesmo a condecorá-lo com a Ordem da Liberdade, a mais alta distinção do Estado ucraniano a um estrangeiro. Isto depois de Boris ter sido dos primeiros chefes de governo a disponibilizarem-se para oferecer ajuda militar à Ucrânia e de ter considerado Putin alguém capaz de “usar táticas bárbaras”, dizendo que “seria louco se usasse armas nucleares”.

Num discurso inédito feito perante o Parlamento ucraniano, Boris Johnson afirmou que “só há um desfecho entre o bem e o mal": "A Ucrânia vai vencer”, garantiu. Numa intervenção em que citou Churchill várias vezes, o então primeiro-ministro do Reino Unido lembrou aos deputados ucranianos que os seus "filhos e netos vão dizer que os ucranianos ensinaram ao mundo que a força bruta de um agressor não conta para nada contra a força moral de um povo determinado em ser livre”.

Até deixar de ser primeiro-ministro do Reino Unido, Johnson quis sempre assumir-se como uma espécie de líder do Ocidente na defesa da Ucrânia — nas intervenções públicas, mas, sobretudo, na ajuda que concedeu àquele país e que se traduziu em 2,4 mil milhões de libras (mais de dois mil e 700 milhões de euros). E foi, ainda, dos primeiros chefes de Estado a avançar com várias sanções à Rússia, depois da invasão a 24 de fevereiro deste ano. Isso acabou por lhe valer o título de inimigo n.º 1 do Kremlin.

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Boris Johnson

Que mundo queremos?

Depois da pandemia, a Guerra. As disrupções na geopolítica mundial, na economia, nas sociedades sucedem-se e a incerteza tornou-se uma das poucas certezas que temos. A outra – certeza – é de que temos um futuro para construir.

A 22 de novembro de 2022 passam exatamente 275 dias desde que a Rússia decidiu invadir a Ucrânia, violando todos os tratados internacionais. Desde então, esta guerra já fez milhares de mortos, provocou um êxodo migratório que não se via desde a II Guerra Mundial e tem deixado um cenário de destruição avassalador.

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