Matheus Índio: «Exigência dos adeptos? É tranquilo, até é mais gostoso»

Ricardo Jorge Castro , Academia do Vitória Sport Clube, Guimarães
2 jul, 13:26
Matheus Índio (V. Guimarães)

Médio do V. Guimarães crê que a equipa está no caminho certo para que tudo «corra bem» na eliminatória europeia ante a Puskás Akadémia

O futebolista brasileiro Matheus Índio, um dos cinco reforços já assegurados pelo Vitória de Guimarães para a época 2022/23, considerou este sábado que a equipa está a trabalhar bem com vista ao primeiro duelo oficial da temporada, a segunda pré-eliminatória da Liga Conferência ante os húngaros da Puskás Akadémia, a 21 e 28 de julho.

«A expectativa é muito boa. Desde o primeiro dia de treinos que acho que estamos no caminho certo e vamos fazer de tudo para que corra bem no dia 21», afirmou Matheus Índio, na manhã deste sábado, após o treino aberto aos adeptos, que contou com uma receção impressionante protagonizada por estes aquando da entrada da equipa no relvado da Academia.

«Confesso que nos primeiros dias é um pouco complicado, há período de adaptação, mas com o tempo e os treinos vamo-nos soltando e é bom que os adeptos venham acompanhar, sentimo-nos confortáveis e bem com a presença deles», referiu o antigo jogador do Trofense, clube que representou nas duas anteriores épocas, as primeiras em Portugal. O médio de 22 anos sublinhou mesmo que a exigência dos adeptos não assusta, vendo isso pelo lado positivo. «Não, acho que é tranquilo, é até mais gostoso. A força dos adeptos impressiona», atirou.

Vindo da II Liga, Matheus Índio reconhece que precisa de adaptação, dada a exigência da I Liga e do que lhe é pedido já no V. Guimarães. «Querendo ou não, vimos de uma competição abaixo e aqui é um nível muito exigente, mas com tempo e adaptação vou soltar-me mais, estou a conhecer os companheiros e eles estão a ajudar e vai correr bem, creio», apontou.

Índio respondeu ainda a uma questão sobre outro reforço, o japonês Ryoya Ogawa, que chegou esta semana à equipa e com quem a comunicação vai sendo feita aos poucos.

«É um pouco complicado, ele não percebe nada (risos) e eu também não percebo muito, só gesticulando, mas com o tempo creio que vai dar certo», apontou Matheus, após uma sessão de trabalhos em que o treinador Pepa contou com 28 jogadores em pleno.

Relacionados

Patrocinados